Razões para conhecer Olhos D’água, o novo refúgio brasiliense

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Foto de Zuleika de Souza

Renato Alves (texto), Zuleika de Souza e Bruno Peres (fotos)

Imagine uma Pirenópolis menor, menos movimentada, menos barulhenta, mais rústica, mais perto de Brasília, e, acima de tudo, mais barata. Esse lugar existe. E alguns brasilienses já o descobriram. Houve até quem se mudou para lá. Outros, compraram terrenos ou casas nele para passar os fins de semana. Trata-se de um povoado de Alexânia (GO), a 100km de Brasília. O nome? Olhos D’água.

Por anos, o lugarejo era conhecido apenas pelo estereótipo de destino hippie e pela tradicional Feira do Troca. Agora, faz fama internacional com o rico artesanato e atrai muito trabalhador e aposentado cansado da correria da cidade grande. Gente que habita os casarões coloridos da vila, onde os vizinhos são acolhedores e fazendas próximas conservam cachoeiras inexploradas.

Como qualquer arraial, Olhos D’água não tem tantas atrações turísticas padrões, como museus, nem opções de hospedagem e todas as comodidades de destinos mais badalados. Mas a maioria dos que para lá vão procura justamente o sossego e a simplicidade da gente e de suas construções. Esses apelidaram o vilarejo de Zóin, que em sua sede tem cerca de mil habitantes.

Fotos de Zuleika de Souza

Em Olhos D’água, o artesanato é único, feito com elementos da região, como a comida dos seus restaurantes. Já os bares mantêm os antigos balcões de madeira e as garrafas de pinga na prateleira, sempre com alguém disposto a prosear. Mas, na vila, há também energia elétrica em todas as casas, sinal de celular, internet banda larga, estabelecimentos sofisticados com páginas nas redes sociais.

Tempo de sobra

Edelvais Jeker trocou um apartamento na 405 Sul por uma casa antiga com quintal imenso, em Olhos D’água, há 11 anos. Até então, levava uma vida frenética, conciliando as funções de servidora pública na Esplanada dos Ministérios e da empresa de bufê que comandava. “Ganhava muito dinheiro, mas não tinha tempo para gastá-lo como queria”, conta, aos 59 anos.

Com a aposentadoria, ela reformou a casa no povoado de Alexânia e passou a se dedicar ao artesanato e à sua pequena pousada, onde ainda funciona uma loja de produtos feitos por artistas locais. “Aqui, descobri a vida. Na cidade, não via os passarinhos cantarem, os ninhos dos passarinhos. Não via as borboletas, seus casulos”, observa.

Além de fazer oratórios e enfeites para jardins, se especializando no cultivo de plantas suculentas, Edelvais, que virou Dedé em Olhos D’água, se envolve em projetos culturais e sociais da comunidade. Ela e outros forasteiros de Brasília fazem de tudo para estimular os nativos a conservarem seus costumes e a se sustentar com sua cultura, sem agredir o meio ambiente.

Foto de Zuleika de Souza

No momento, Edelvais e outros brasilienses tentam convencer os vizinhos a construir, reformar ou reconstruir suas casas com paredes de adobe, portas e janelas de madeira de antigos imóveis abandonados. Marlene Maria da Silva, 59 anos, ergueu uma casa com esses materiais e a decorou apenas com produtos encontrados em meio ao cerrado ou no lixo. Por dentro, o imóvel é um luxo só.

Como Edelvais, Marlene abandonou Brasília. Ela se mudou de mala e cuia para Olhos D’água há dois anos, após ganhar a aposentadoria da Secretaria de Educação do DF e ficar livre da rotina pesada de professora. “Estava estressada. Foram 30 anos de sala de aula”, lembra ela, que lecionava artes. Marlene deixou para trás a capital, mas não a vida artística.

Pés descalços

No distrito de Alexânia, a mulher que morou em casas do Lago Sul e Park Way, passa o dia descalça, fazendo obras de arte com pedaços de madeira encontrados na mata. Também dá aulas gratuitas de artes plásticas a crianças, jovens e idosos. Gostou tanto dessa vidinha que convenceu o irmão e o filho dela a também se mudarem para o vilarejo, com a mãe, de 84 anos.

Há três meses, Odilon de Oliveira, 50, o irmão de Marlene, alugou duas casas em uma chácara, ao custo de R$ 600 mensais. A exemplo da irmã, ele, que já teve três restaurantes e uma casa noturna ao mesmo tempo, em Taguatinga, se dedica ao artesanato e ensina o ofício ao sobrinho. Estudante de engenharia civil, Pedro, 24 anos, faz casinhas de barro inspiradas nas residências de Olhos D’água.

Os trabalhos dele e da mãe são expostos na Casa Verde, loja montada na sala-quarto da casa de Rodrigo Moreira, 39 anos. O brasiliense de nascença e criação aportou em Olhos D’água há 14 anos, após morar na 713 Sul, trabalhar como bancário, em uma loja de móveis da família e ter o próprio comércio, em Alexânia. Na vila, descobriu o artesanato, casou e teve três filhos.

Mesmo separado, Rodrigo pensa em nunca mais deixar o lugarejo. “Um dia que passo no trânsito de uma cidade como Brasília, volto estressado. Aqui, enquanto trabalho, vejo os meus filhos brincando na rua”, ressalta o artesão. Ele, que tem quase todos os parentes morando na capital, vive da venda de cerâmicas e de esculturas feitas de ferro, além de aulas de artes em projetos sociais.

Sonho realizado

O casal Paulo César Machado, 58 anos, e Ana Nunes Barbosa, 46, também não quer mais sair de Olhos D’água. Ele deixou as redações de rádio e TV de Brasília e, ela, a Câmara dos Deputados, onde trabalhou como fotógrafa por 20 anos. Ambos começaram a construir o casarão de adobe e madeira, no povoado goiano, há quatro anos. Há seis meses, o imóvel é a residência e o restaurante dos sonhos deles.

Sonho que pretendiam consolidar em Pirenópolis, onde tiveram uma creperia na Rua do Lazer entre 2001 e 2003. Interromperam os planos por causa da alta dos preços dos imóveis e do custo de vida no município que se tornou o principal destino turístico brasiliense nos fins de semana e feriados prolongados. “Aqui, nosso maior patrimônio é a tranquilidade”, comenta Paulo César.

O jornalista aposentado divide o tempo entre a carpintaria e o restaurante, aberto somente de sexta-feira a domingo e em feriados, como a maioria das lojas do vilarejo. Ana, hoje tem a fotografia como hobby. Seus registros de paisagens e personagens do cerrado ganham molduras rústicas, feitas pelo marido. Já quando o restaurante está aberto, ela faz as vezes de atendente e ele, de chefe de cozinha.

Ao mesmo que ajudam no desenvolvimento de Olhos D’água, onde não há mais fome nem desemprego por motivos diversos, os brasilienses inflacionam o povoado. “De dois anos para cá, os preços dos imóveis subiram até 10 vezes”, conta Paulo César. Uma tia brasiliense de Edelvais, por exemplo, pagou recentemente R$ 170 mil por uma casa, valor inimaginável no lugar, até três anos atrás.

Sabores locais

Lázara Izabel Costa Lima, 48 anos, é uma típica nativa de Olhos D’água. Grande parte dos seus hábitos levou para o restaurante e a pousada simples que levam o seu nome. Sua experiência como comerciante começou com venda de doces caseiros. Todo dia, ela pegava um ônibus para Brasília, onde passava o dia batendo interfone nos blocos residenciais do Plano Piloto oferecendo as guloseimas. Com o dinheiro do trabalho de ambulante, que durou dois anos, montou o restaurante em sua terra natal.

Ela começou a cozinhar na casa de seu pai, na roça. Como era um pouco longe do povoado, alugou uma casa em frente à praça da igreja. Depois atraiu seus clientes à sua própria residência e lá transformou pés de abacate em pés de mesa e fez de portas antigas o apoio, onde as pessoas podiam saborear o bom gosto. Hoje, em mesas com bancos de madeira e uma cozinha onde trabalham até nove ajudantes de uma vez, ela faz e oferece os mais legítimos pratos da culinária goiana. “Minha comida é simples como a minha casa e a minha cozinha”, avisa. O que tem de simples, ela tem de saborosa.

Como quase todos os restaurantes de Olhos D’água, o da Lázara só abre nos fins de semana e feriados. Já os ateliês dos artistas podem ser visitados durante todo o ano. Como o do premiado Lourenço Silva, que tem suas bonecas de barro espalhas pelo mundo. Também reconhecida, a Fatinha das Fibras faz santas, pequenas bailarinas, anjos, com a palha do milho, sementes, flores e folhas do cerrado. E boa parte dessas obras de arte é exposta nas manhãs de sábado, em bancas ao redor da igreja, na praça principal, com uma feira de agricultura orgânica.

Alfajor e sabonete

No mesmo local, ocorre semestralmente a Feira do Troca, onde, entre tantos artesão, batem ponto a socióloga Jussara Nascimento, 62 anos, e o filho Leonardo, 35. Ambos fazem em casa dois produtos originais de Olhos D’água. Ela, inventou o Alfajor de Goiás, que segue a receita argentina mas leva alguns ingredientes brasileiros. Já ele, fabrica artesanalmente o Sabonete do Cerrado Bem Brasileiro.

O produto de higiene pessoal foi inventado por um das duas irmãs de Leonardo, hoje morando em Portugal. Ligada a ONGs ambientalistas, após muita pesquisas, ela começou a fazer sabonetes com substâncias e aromas de flores e frutos do cerrado, como a aroeira e o pequi. Natural de Goiânia, Leonardo se mudou para Olhos D’água e assumiu a marca há dois anos, vindo de São Paulo.

Fotos de Bruno Peres

Na capital paulista, o goiano ganhou dinheiro como corretor de imóveis, mas acabou estressado, doente. “Aqui, me recuperei e descobri a importância do tempo para a gente. Trabalho em casa, com algo que gosto, ao lado da minha família”, comenta ele, que agora estuda planos de expansão para o pequeno negócio. Por enquanto, os sabonetes são vendidos apenas em feiras e pela internet.

A mãe dele, se refugiou no vilarejo há mais tempo. Quinze anos atrás, pediu demissão do instituto para o qual trabalhava, em Brasília, e mudou-se de vez para Olhos D’água, onde sempre ia quando havia uma Feira do Troca. “Comecei a construir a casa para passar o fim de semana com a família, mas fui ficando. A casa ainda não está totalmente pronta, mas me sinto feliz”, frisa.

Números acanhados

Sem pressa de crescer, Olhos D’água tem números tímidos no universo do turismo. Opções de hospedagens para o público em geral são cinco: três pousadas e dois hotéis-fazenda. A maioria dos visitantes ainda fica em casas de fim de semana de parentes ou amigos. Para se ter uma ideia, em Pirenópolis, há cerca de 100 pousadas e hotéis, que abrigam mais de mil pessoas.

Restaurantes e bares em Olhos D’água não passam de 10. Ruas pavimentadas, são apenas seis. O único transporte público é uma charrete, que cobra R$ 5 por pequenos fretes. A maioria da população se locomove de bicicleta e a cavalo. Ainda há carros de boi nas pequenas propriedades da região, cada vez em menor número por causa das grandes fazendas de grãos.

Fotos de Zuleika de Souza

DICAS

Como chegar

São 100km do Plano Piloto até Olhos D’água. O motorista pega a BR-060 (Brasília-Goiânia) até Alexânia, percorrendo 85km. Entra na principal avenida comercial da cidade goiana e roda até o último balão, onde começa a GO-139. Segue 10km pela rodovia estadual, até um trevo, onde há uma placa indicando Olhos D’água. Dali até o povoado são mais 5km.

Onde comer

Quintal Doce da Lázara: tradicional comida goiana feita e servida em fogão a lenha, que inclui frango caipira e carne de porco. Almoço à vontade por R$ 15, incluindo doces caseiros como sobremesas.

ComTradição: mais sofisticado restaurante, mistura pratos das culinárias indígena, africana e portuguesa. Tem ainda a tradicional galinhada goiana e pizzas com ingredientes locais, como linguiça e costelinha de porco. Pratos variam de R$ 35 a R$ 50. Pizzas saem a partir de R$ 22. (62) 3322-6211

Toca do Alemão: petiscos — sanduíche de pernil; linguiça de porco caseira, acebolada, acompanhada de pão, entre outros — e bebidas, frias e quentes, com música o vivo. Abre de quinta-feira a sábado, das 20h à meia-noite. (62) 3322-6206 / www.tocadoalemaoolhosdagua.com

Onde dormir

Pousada da Lázara: a mais simples e barata hospedagem, fica na casa da dona, que lhe dá o nome. Quarto a partir de R$ 40 a diária (sem café). 

Pousada dos Ipês: montada em uma chácara, tem três quartos e um banheiro, com churrasqueira. Diária R$ 150. Reservas pelo telefone (62) 3322-6272.

Pousada Coisas de Olhos: também com três quartos e um banheiro, fica de frente à praça principal. Móveis e prédio são em estilo colonial. Diária vão de R$ 50 (meio de semana) a R$ 80 (fim de semana e feriado). Mais informações: (62) 3322-6202 e (62) 3322-6304 /www.facebook.com/CoisasDeOlhos

Pousada Professor Armando: espécie de mini hotel-fazenda, com seis apartamentos, dois chalés, piscina, campo de futebol, playground e outros atrativos. Diária a R$ 100 (casal), incluindo café da manhã. Contatos: (62) 3322-6176 / www.facebook.com/pousadaprofessorarmando

Hotel-fazenda Cabugi: mais completo da região, fica a 5 km de Olhos D’Água. Diária a partir de R$ 429, quarto para casal. Preços promocionais para pacotes de quatro diárias. (61) 3963-8070, (62) 3336-1199, (62) 3336-3210 / www.hotelfazendacabugi.com.br www.facebook.com/hotelfazendacabugi

O que comprar

Alfajor de Goiás: feito de forma caseira, segue a receita argentina. Tem nos sabores chocolate ao leite, chocolate branco e chocolate meio-amargo. Encomendas pelo telefone (62) 3322-6248.

Sabonete do Cerrado Bem Brasileiro: produzido também de maneira artesanal, contem substâncias e aromas de flores e frutos do cerrado. Encomendas: (62) 3322-6146 / www.sabonetebembrasileiro.negociol.com

Artesanato: bonecas, anjos e santos feitos de palha de milho são os mais típicos do povoado. Também há muitas peças feitas de barro, que vão de potes, vasos a figuras sacras. Lojinhas vendem ainda bonecos de pano, quadros de pintura a óleo, tapetes, bolsas entre outros itens feitos por artistas locais. Os preços variam de acordo com os detalhes e o tamanho da peça.

HISTÓRIA

Fugindo da ditadura

Com 79 edições, a Feira do Troca surgiu da iniciativa um casal de professores da UnB, que, na década de 1970 foram se refugiar no lugar por causa da perseguição da ditadura militar. Eles se depararam com a pobreza dos moradores e tiveram a ideia de, com amigos de Brasília, juntar roupas e utensílios. Em vez de doar, propuseram trocar por artesanato ou produtos agrícolas para incentivar a produção local. A feira é realizado duas vezes por ano, mas não tem mais só troca. Os artesãos da cidade passam seis meses confeccionando peças para serem vendidas nessa época.

Promessa a santo

Olhos D’água surgiu de uma promessa religiosa, feita por uma moradora da região, de construir uma capela em homenagem a Santo Antônio de Pádua. Em torno da pequena igreja, fundada em 1941 em terras doadas por dois cunhados fazendeiros, cresceu o povoado de Santo Antônio de Olhos D’água. Na época, subordinado a Corumbá de Goiás, as suas terras foram repartidas pela Igreja Católica em pequenos lotes, vendidos a quem quisesse se estabelecer.

Os homens trabalhavam como meeiros para os fazendeiros da região. Plantavam milho, feijão, arroz e mandioca e mantinham pequenas criações. Além disso, produziam, para seu uso, utensílios de barro, como panelas, potes e artigos de tecelagem. Com o isolamento do povoado, a população criou um modo de vida próprio. Era autossuficiente em gêneros de primeira necessidade, fiava e tecia sua roupa e fazia seus utensílios — gamelas, colheres de pau e cestas.

O modelo de arquitetura das casas veio pelas mãos dos mestres de construção de Corumbá, que conservaram as mesmas características das antigas casas da região, dando a impressão do vilarejo hoje ser mais antigo do que aparenta. Com o nome de Olhos D’água, ele acabou emancipado em 14 de novembro de 1958, virando um município. Mas, dois anos depois, a sede municipal passou para os povoados de Alexânia e Nova Flórida. Em 1963, a cidade ganhou de vez o nome de Alexânia, tornando Olhos D’água um distrito dele.

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7 comentários sobre “Razões para conhecer Olhos D’água, o novo refúgio brasiliense

    Rosângela Corrêa disse:
    27/05/2014 às 04:16

    Renato Alves, como é possível que você escreva sobre a história da Feira do Troca e diga que surgiu da iniciativa um casal de professores da UnB e não coloca o nome deles? Pra começo de conversa a iniciativa foi somente da Profa Laís Aderne da Universidade de Brasília que mostrou para a população, a importância do artesanato produzido, e em 1974 ela criou a Feira do Troca, onde a população e quem mais quisesse, poderia trocar artigos como objetos de casa, vestimentas, frutas, artesanatos. Um impulso para a comunidade resgatar suas tradições e desenvolver-se economicamente. Laís Aderne tinha como objetivo valorizar e melhorar as condições de vida dos artesãos que ali viviam, por este motivo, criou o mutirão das fiandeiras e a Feira do Troca. É inegável a importância de Laís Aderne na área educacional e cultural do Centro-oeste e sua morte em 2007 foi uma grande perda na região. Por este motivo, te peço que faça a correção devida no seu texto.
    Rosângela Corrêa

    pedrao disse:
    04/04/2014 às 17:31

    gostaria de saber se ai tem lofjas de produtos agropecuarios e veterinarios?

    […] 12/01/2013 · por Renato Alves · em Goiás. ·    http://ultimaparada.wordpress.com/2013/01/12/razoes-para-conhecer-olhos-dagua-o-novo-refugio-brasiliense/   […]

    HUGA disse:
    13/10/2013 às 14:03

    ESTOU INDO CONHECER OLHOS DAGUA, NAO VEJO A HORA, MAS O QUE TENHO PENA EH QUE COM A DIVULGAÇAO ACABE ACONTECENDO O QUE ACONTECEU COM PIRINOPOLIS, ERA UM LUGAR GOSTOSO E BARATO PARA PASSEARMOS HOJE SOH QUEM TEM DINHEIRO CONSEGUE PASSAR UM DIA POR LA, PARABENS E TENTEM CONSERVAR O LUGAR…

    jayme mathias disse:
    18/08/2013 às 20:51

    GOSTEI MUITO DESSA MATÉRIA E CONCORDO COM TODOS ELOGIOS FEITOS À ESSE PRECIOSO LUGAREJO; PRETENDO AQUI PRESTAR MINHA HOMENAGEM PÓSTUMA À GRANDE INCENTIVADORA DA FEIRA DO TROCA, A INESQUECÍVEL SRA LAÍS ADERNE, GRANDE BATALHADORA PARA O SUCESSO DESSE EVENTO;
    COM MINHA ADMIRAÇÃO,
    jaymeMathias.

    [...] Leia também: Razões para conhecer Olhos D’Água, o novo refúgio brasiliense [...]

    Claudia disse:
    17/01/2013 às 16:18

    Meus parabens Tia Jussara e Leo!

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