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	<title>Última parada</title>
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		<title>Última parada</title>
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		<title>Brasília colonial &#8212; Herança negra</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 23:44:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Goiás]]></category>
		<category><![CDATA[Luziânia]]></category>

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		<description><![CDATA[Renato Alves (texto) e Monique Renne (fotos), do Correio Braziliense Os escravos do ciclo de ouro do Distrito Federal e do Entorno estão presentes em seus descendentes, na culinária e em ruínas de megaconstruções erguidas com muito suor e sangue. Na área rural da Cidade Ocidental (GO), a menos de 50km do moderno Plano Piloto, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ultimaparada.wordpress.com&amp;blog=5522803&amp;post=4165&amp;subd=ultimaparada&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img src="https://lh4.googleusercontent.com/-WklRD6ULsyk/TxnDOhUUyBI/AAAAAAABZIg/COpgPVHPNbc/s800/200112mr14.jpg" alt="" width="512" height="341" /></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Renato Alves</strong><span style="text-align:justify;"> (texto) e </span><strong>Monique Renne</strong><span style="text-align:justify;"> (fotos), do </span><em><a title="Saiba mais" href="http://www.correiobraziliense.com.br" target="_blank">Correio Braziliense</a></em></p>
<p style="text-align:justify;">Os escravos do ciclo de ouro do Distrito Federal e do Entorno estão presentes em seus descendentes, na culinária e em ruínas de megaconstruções erguidas com muito suor e sangue. Na área rural da Cidade Ocidental (GO), a menos de 50km do moderno Plano Piloto, negros conservam hábitos dos bisavós. Criam frangos caipiras e porcos soltos, plantam milho e fazem doces em tachos de cobre no fogão a lenha.</p>
<p style="text-align:justify;">Na também goiana Luziânia, uma engenhosa obra para levar água ao município e uma igreja erguida e frequentada apenas pelos escravos continuam de pé. Já na turística Pirenópolis (GO), fazendas preservam instrumentos usados pelos funcionários traficados do continente africano.</p>
<p><img class="alignleft" src="https://lh3.googleusercontent.com/-NL30RB_-2P8/TxnDLNUJLXI/AAAAAAABZIY/PacF8avLcOg/s576/200112mr13.jpg" alt="" width="306" height="461" />O povoado do Mesquita, na Ocidental, concentra algumas das mais fortes lembranças do regime escravocrata nas terras hoje ocupadas pelo DF e as cidades do Entorno. Lá, parte das cerca de 300 famílias negras vivem como os ancestrais há 200 anos, sem luxo, conforto, assistência médica, comendo apenas o que tiram da terra.</p>
<p style="text-align:left;">Reconhecido pelo governo federal como área remanescente de quilombo, o lugarejo cultiva goiaba, laranja, cana-de-açúcar e mandioca, entre outras culturas. Mas nenhuma é tão marcante como o marmelo, fruto usado na produção da marmelada, doce quase em extinção.</p>
<p>Apenas quatro fazendas goianas, todas localizadas nas vizinhas Luziânia e Cidade Ocidental, ainda produzem a marmelada em larga escala. Todas dependem da mão de obra e do conhecimento de descendentes de escravos para manter viva a tradição.</p>
<p style="text-align:left;">Ricardo Lisboa Couto (<strong>foto</strong>), 43 anos, é um dos herdeiros dessa arte. Ele faz a marmelada na Fazenda Pindaibal, a 14km do centro da Cidade Ocidental e a cerca de 25km de Brasília. “Já tem uns 25 anos que aprendi a receita e passo horas na beira do tacho, em meio à fumaça ao calor do fogão a lenha. Mas eu gosto”, conta.</p>
<p>A fabricação do marmelo na Pindaibal começou há dois séculos, com o bisavô do produtor rural Leopoldo Antônio Gonçalves, hoje com 51 anos. Ele aprendeu a receita com o pai, Benedito Gonçalves Soares, 78, que teve como mestre o pai dele. “Meu pai aprendeu a fazer marmelo com o meu avô”, lembra Benedito.</p>
<p style="text-align:left;">O avô dele era um influente fazendeiro, dono de muitas terras e escravos. Além de criar gado e fabricar marmelada, ele produzia cachaça e açúcar. O doce da Pindaibal e demais propriedades do Mesquita e de Luziânia leva o mesmo nome: marmelada Santa Luzia — assim se chamava Luziânia, até 1943.</p>
<p><strong><img class="alignleft" src="https://lh6.googleusercontent.com/-lZUjF4pUlmc/TxnSL3zN7qI/AAAAAAABZNo/pRNzlM4wH-8/s576/200112mr50.jpg" alt="" width="306" height="461" />Rego das cabaças</strong></p>
<p style="text-align:left;"><strong></strong>Dos tempos do Arraial Santa Luzia, na área urbana de Luziânia, ainda há ruínas de uma grande obra de engenharia construída por 2 mil escravos no século 18. São nove dos 42km de um canal feito para levar água de onde hoje é o Gama (DF) ao município goiano. Matas das encostas dos morros e serras da região do Entorno escondem os vestígios da construção bicentenária.</p>
<p style="text-align:left;">A fenda tem 2m de largura e 2,8m de profundidade. O trecho preservado fica no Morro do Falcão, em Luziânia. Avistado de serras próximas, tem a forma de uma cicatriz horizontal. Chegar até ele é difícil e perigoso. O terreno é íngreme.</p>
<p>Apenas com picaretas e pás e o auxílio de burros e carros de boi no transporte do material, os negros começaram a abrir o canal em 11 de abril de 1768. Eles desviaram a água de uma das cachoeiras do ribeirão Saia Velha, no lado brasiliense da atual divisa entre DF e Goiás. No lugar de terra, os escravos encontraram pedra. A qualidade dos cortes que formam as paredes e o piso prova a qualidade da mão de obra.</p>
<p>Ao longo de todo o canal, os negros levantaram dois aterros para o nivelamento do terreno, um com 500m de altura e 3m de profundidade e outro de 1,5m de largura e 5m de altura. A cada quilômetro de canal, os escravos fizeram um declive de 1m. Com isso, as águas desviadas do Saia Velha ganhavam força para transpor alguns trechos de subida e circular os morros até chegarem ao destino, a mina de ouro do Cruzeiro. Ela ficava na parte alta da então Santa Luzia. Sem água, a mineração era impraticável.</p>
<p>Para aumentar suas fortunas, quatro fazendeiros decidiram canalizar o Saia Velha. O projeto criou polêmica e inveja entre os demais fazendeiros da região.</p>
<p style="text-align:justify;">Um deles, o major José Pereira Lisboa, falava para quem quisesse ouvir que “a água do Saia Velha poderia vir às minas do Cruzeiro, não em rego ou canal, mas em cabaças”. Logo o comentário chegou aos ouvidos dos financiadores da obra, que tomaram nota e mandaram acelerar a construção, concluída em 11 de setembro de 1770.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><img class="alignleft" src="https://lh6.googleusercontent.com/-IsB95wY9Fj0/TxnTbbFXikI/AAAAAAABZRA/jyQkhrpyNnA/s576/200112mr77.jpg" alt="" width="306" height="461" />Festa e barulho</strong></p>
<p style="text-align:left;"><strong></strong>Em meio à polêmica, houve muita festa e confusão na inauguração do canal. “Quando menos se esperava, foi aberto o dique que tinha sido feito nas Terras Altas, e a água jorrou barulhenta pela Rua do Rosário abaixo”, contou o historiador goiano Gelmires Reis em um dos seus 28 livros sobre Luziânia. Com a água, rolaram cabaças, que produziram um ruído original. Os moradores da rua, entre eles o major Lisboa, acordaram também com a cantoria de mais de 100 escravos.</p>
<p>Com porretes, os negros aumentavam o barulho quebrando as cabaças. “Minha bisavó, escrava, sempre contava essa história. Dizia que os negros cantavam assim: ‘Água trouxe cabaça, cabaça não trouxe a água’”, lembra Elisa Gomes Curado (<strong>foto</strong>). Aos 95 anos, ela mora em um casarão centenário, na Rua do Rosário, vizinha ao ponto onde terminava o Rego das Cabaças — nome dado pelos escravos.</p>
<p>Sentindo-se insultado, Lisboa saltou da cama, pegou uma arma de fogo e foi para a rua. Encontrou no caminho o juiz José Rodrigues Costa. Lisboa trocou a espingarda por uma espada, partiu para cima do juiz e arrancou-lhe a peruca. Acabou preso. Lisboa foi levado a Vila Boa, então capital de Goiás, em 15 de outubro de 1771. Voltou para Luziânia, livre, em 3 de dezembro de 1773.</p>
<p><img class="alignleft" src="https://lh6.googleusercontent.com/-UT2xhpMeKU8/TxnTD2hFw6I/AAAAAAABZP4/XZt_5QzJvl0/s576/200112mr68.jpg" alt="" width="306" height="461" />Cerca de 2 mil pessoas receberam o major. O vigário o levou à Igreja Matriz, onde ganhou uma missa de Ação de Graças. Inaugurado em 1767, o templo havia sido construído para abrigar somente brancos, pois eles não se misturavam aos negros da Igreja do Rosário, ainda de pé, com toda a estrutura original.</p>
<p>O Rego das Cabaças perdeu a utilidade com o declínio da mineração, entre o fim do século 18 e o início do século 19. As atividades econômicas se voltaram para a agricultura de subsistência e pecuária extensiva. A população caiu de 10 mil, no pico da mineração, para pouco de mais de 2 mil, ao fim da exploração do ouro.</p>
<p style="text-align:left;">Os escravos formaram comunidades em volta das grandes fazendas do lugar. Assim surgiu o povoado do Mesquita e ficou preservada a marmelada.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ultimaparada.wordpress.com/4165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ultimaparada.wordpress.com/4165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ultimaparada.wordpress.com/4165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ultimaparada.wordpress.com/4165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ultimaparada.wordpress.com/4165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ultimaparada.wordpress.com/4165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ultimaparada.wordpress.com/4165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ultimaparada.wordpress.com/4165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ultimaparada.wordpress.com/4165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ultimaparada.wordpress.com/4165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ultimaparada.wordpress.com/4165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ultimaparada.wordpress.com/4165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ultimaparada.wordpress.com/4165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ultimaparada.wordpress.com/4165/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ultimaparada.wordpress.com&amp;blog=5522803&amp;post=4165&amp;subd=ultimaparada&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Livro &#8212; Quadra modelo de Brasília</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 00:36:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasília]]></category>

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		<description><![CDATA[Nahima Maciel, do Correio Braziliense A curiosidade levou o fotógrafo Leonardo Wen a explorar um tempo que não viveu e uma intimidade reservada a poucos. Graças ao Prêmio Marc Ferrez da Funarte, Wen resolveu tocar um projeto há muito acalentado: penetrar nos primeiros apartamentos residenciais construídos em Brasília, cuja configuração ainda guarda a originalidade da [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ultimaparada.wordpress.com&amp;blog=5522803&amp;post=4160&amp;subd=ultimaparada&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://imgsapp2.correiobraziliense.com.br/app/noticia_127983242361/2012/01/24/287387/20120124104530215390e.jpg" alt="" width="496" height="330" /></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Nahima Maciel</strong>, do <em><a title="Saiba mais" href="http://www.correiobraziliense.com.br" target="_blank">Correio Braziliense</a></em></p>
<p style="text-align:justify;">A curiosidade levou o fotógrafo Leonardo Wen a explorar um tempo que não viveu e uma intimidade reservada a poucos. Graças ao Prêmio Marc Ferrez da Funarte, Wen resolveu tocar um projeto há muito acalentado: penetrar nos primeiros apartamentos residenciais construídos em Brasília, cuja configuração ainda guarda a originalidade da época da inauguração.</p>
<p style="text-align:justify;">O ensaio produzido entre julho e setembro de 2010, na SQS (Superquadra Sul) 108, rendeu as 40 imagens de <em>APTO</em>, além da satisfação da curiosidade de conferir como vivem hoje os habitantes das superquadras. “Sempre tive vontade de ver como as pessoas ocupam esses espaços feitos direto da proposta modernista, que são espaços planejados de forma igual para todo tipo de gente”, explica o fotógrafo.</p>
<p>A 108 Sul foi a primeira quadra a ficar pronta na história do Plano Piloto. Com 11 blocos, todos sobre pilotis e organização fielmente ancorada nas propostas urbanísticas de Lucio Costa, a superquadra é até hoje considerada modelo.</p>
<p style="text-align:justify;">São, no total, 456 apartamentos, mas Wen elencou diversos critérios de seleção antes de bater na porta dos moradores. Procurou os mais antigos para depois conferir o quanto ainda havia de original no imóvel. A ideia era retratar como se deu a ocupação e humanização das estruturas ao longo do tempo sem a máscara de reformas.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter" src="http://imgsapp2.correiobraziliense.com.br/portlet/206/20120124195548358694u.jpg" alt="" width="365" height="200" /></p>
<p style="text-align:justify;">Wen queria checar como se deu a apropriação dos espaços por parte dos moradores. Encontrou imagens preciosas. “É um tema difícil de tratar e não pelo acesso, isso foi fácil, mas para não cair numa de fazer foto da casa da tia”, diz. “A priori as imagens não têm nenhum conflito, não têm uma coisa que chame a atenção. Queria tentar descobrir a poética disso.”</p>
<p style="text-align:justify;">Wen recorreu então a Luis Humberto, especialista em voltar as lentes para a intimidade doméstica com poesia e delicadeza. As conversas com o fotógrafo foram completadas com um texto no qual Luis Humberto fala em “invasão consentida” para descrever a apropriação da intimidade alheia na pesquisa de Wen.<br />
<strong><br />
Plantas históricas</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong></strong>Há poucas pessoas nas fotografias. Apesar da confessa vontade de narrar uma apropriação humana de uma arquitetura moderna e austera, o fotógrafo preferiu colocar em evidência o ambiente e os objetos que caracterizam seus donos para, com isso, insinuar uma narrativa. “Tentei trazer as pessoas nos objetos. Meu medo ao editar era que ficasse um conjunto vazio, silencioso, a intimidade foi um jeito de trazer mais calor humano.” Vez ou outra, uma figura humana entra em cena, mas nunca em primeiro plano ou como elemento principal da imagem.</p>
<p>Wen evitou fazer a fotografia documental e privilegiou um ponto de vista muito pessoal na construção dos quadros. “Queria humanizar por meio dos objetos.” Dois depoimentos de moradores completam o livro, editado em capa dura com projeto gráfico cuidadoso.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma série de 10 imagens selecionadas do banco do Arquivo Público do Distrito Federal e plantas dos apartamentos da 108 completam a edição. Recorrer ao passado funcionou como suporte para introduzir a estética do ensaio.</p>
<p>A questão modernista que fascina Wen não está muito presente quando a lente se depara com os interiores. A arquitetura em si fica de fora e a presença humana se impõe. Muitos planos são abertos, mas nada se vê efetivamente de amplo. Ao contrário, o olho busca os detalhes, os cantos, os quadros numa parede, os porta-retratos em uma mesa, o ímã de geladeira, a almofada sobre o sofá.</p>
<p style="text-align:justify;">O formato pequeno do livro contribui para cativar o olhar do observador e direcioná-lo para as miudezas. É um mapa amoroso e silencioso o que <em>APTO</em> propõe, um registro de ocupação cujos personagens ainda se confundem com aqueles recebidos pela cidade nos tempos da inauguração.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ultimaparada.wordpress.com/4160/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ultimaparada.wordpress.com/4160/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ultimaparada.wordpress.com/4160/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ultimaparada.wordpress.com/4160/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ultimaparada.wordpress.com/4160/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ultimaparada.wordpress.com/4160/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ultimaparada.wordpress.com/4160/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ultimaparada.wordpress.com/4160/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ultimaparada.wordpress.com/4160/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ultimaparada.wordpress.com/4160/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ultimaparada.wordpress.com/4160/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ultimaparada.wordpress.com/4160/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ultimaparada.wordpress.com/4160/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ultimaparada.wordpress.com/4160/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ultimaparada.wordpress.com&amp;blog=5522803&amp;post=4160&amp;subd=ultimaparada&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Exposição &#8212; Uma luz sobre Cuba</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 00:24:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[América Central]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[fidel castro]]></category>
		<category><![CDATA[Havana]]></category>

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		<description><![CDATA[Nahima Maciel, do Correio Braziliense A primeira viagem a Cuba tinha propósito muito específico. A fotógrafa Lisette Guerra não estava em busca de imagens e sim da salsa. “Eu queria aprender mais sobre esse tipo de dança e de música”, explica. Em menos de uma semana, Lisette mudou o foco da viagem, sacou a câmera [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ultimaparada.wordpress.com&amp;blog=5522803&amp;post=4153&amp;subd=ultimaparada&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://imgsapp2.correiobraziliense.com.br/app/noticia_127983242361/2012/01/24/287393/20120124111916413083a.jpg" alt="" width="502" height="347" /></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Nahima Maciel</strong>, do <em><a title="Saiba mais" href="http://www.correiobraziliense.com.br" target="_blank">Correio Braziliense</a></em></p>
<p style="text-align:justify;">A primeira viagem a Cuba tinha propósito muito específico. A fotógrafa Lisette Guerra não estava em busca de imagens e sim da salsa. “Eu queria aprender mais sobre esse tipo de dança e de música”, explica. Em menos de uma semana, Lisette mudou o foco da viagem, sacou a câmera e transformou a estada numa sequência de imagens nas quais tentava captar a alma cubana. <em>Luz de Cuba</em>, em cartaz no Museu Nacional de Brasília, se tornou a razão das viagens de Lisette. Foram cinco retornos entre 2009 e 2011 e a certeza da urgência de mostrar um país mergulhado em rápidas e contundentes mudanças.</p>
<p style="text-align:justify;">O conjunto de imagens deve render um livro — Lisette ainda está em busca de patrocínio —, mas por enquanto a exposição supre a angústia da fotógrafa. “Resolvi fazer logo porque está acontecendo muita mudança em Cuba”, explica. A abertura da nação comunista de Fidel Castro engendra novos hábitos e estilos de vida. Aos poucos, os cubanos adentram o universo capitalista. A venda e compra de bens como carros e casas começa a ser permitida e os pequenos produtores já não estão tão submissos ao Estado quanto há uma década.</p>
<p>Com isso, Lisette acredita que a paisagem das cidades pode mudar muito nas próximas décadas. A frota de carros dos anos 1950 — uma das marcas das ruas de Havana — tende a ser substituída por viaturas novas num futuro nem tão distante e as fachadas coloniais, hoje desgastadas por anos de falta de manutenção, podem tomar rumos inesperados e correm risco de desaparecer caso um mercado imobiliário predador se instale na ilha.</p>
<p>As paisagens são, portanto, um dos alvos de Lisette, mas é nos rostos que ela encontra o material bruto de<em> Luz de Cuba</em>. “Sou fotógrafa de pessoas e acho que o diferente das minhas imagens é a comunicação que estabeleço, a maneira de captar a sensação delas comigo”, garante a gaúcha, cujo portfólio traz principalmente fotografias de moda e publicidade. Alguma coisa dessa estética publicitária está também nas imagens trazidas de Cuba. O rapaz negro com o menino loiro no colo, a criança diante de um velho Dodge, a fachada em ruínas de um conjunto de prédios à beira mar e o velho de boné munido de charuto não diferem muito das imagens da ilha caribenha que hoje circulam pelo mundo. O colorido também ganha destaque no trabalho de Lisette.</p>
<p>A veia publicitária aparece em fotografias limpas, cores que saltam aos olhos e uma organização difícil de conceber, mas Lisette transforma as paisagens em cenários idílicos, quase românticos e bastante atraentes. É uma Cuba captada por um olhar apaixonado e deslumbrado.</p>
<p><strong>Luz de Cuba</strong><br />
Exposição de fotos de Lisette Guerra. Visitação até 31 de janeiro, de terça a domingo, das 9h às 18h30, no Museu Nacional.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><strong>Leia também</strong></span></p>
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<p style="text-align:justify;"><a title="Clique aqui" href="http://ultimaparada.wordpress.com/2008/11/26/cuba-5-do-malecon-a-praca-da-revolucao/" target="_blank"><strong>Do Malecon à Praça da Revolução</strong></a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ultimaparada.wordpress.com/4153/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ultimaparada.wordpress.com/4153/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ultimaparada.wordpress.com/4153/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ultimaparada.wordpress.com/4153/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ultimaparada.wordpress.com/4153/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ultimaparada.wordpress.com/4153/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ultimaparada.wordpress.com/4153/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ultimaparada.wordpress.com/4153/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ultimaparada.wordpress.com/4153/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ultimaparada.wordpress.com/4153/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ultimaparada.wordpress.com/4153/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ultimaparada.wordpress.com/4153/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ultimaparada.wordpress.com/4153/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ultimaparada.wordpress.com/4153/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ultimaparada.wordpress.com&amp;blog=5522803&amp;post=4153&amp;subd=ultimaparada&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Renato Alves</media:title>
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		<title>Brasília colonial &#8212; Uma fazenda babilônica</title>
		<link>http://ultimaparada.wordpress.com/2012/01/24/brasilia-colonial-uma-fazenda-babilonica/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 00:02:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Goiás]]></category>
		<category><![CDATA[Pirenópolis]]></category>

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		<description><![CDATA[Renato Alves (texto) e Monique Renne (fotos), do Correio Braziliense Nenhuma propriedade traduz melhor os tempos do ouro e da cana-de-açúcar no Distrito Federal e no Entorno do que a Fazenda Babilônia. Na área rural de Pirenópolis (GO), ela faz jus ao nome devido à sua grandiosidade. Descendentes dos antigos donos ainda preservam o que de melhor a fazenda [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ultimaparada.wordpress.com&amp;blog=5522803&amp;post=4137&amp;subd=ultimaparada&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter" src="https://lh4.googleusercontent.com/-aAYNP_N-0UY/TxnU8f2lbAI/AAAAAAABZUw/zBDOd6sL-8Q/s640/200112mr107.jpg" alt="" width="518" height="345" /></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Renato Alves</strong> (texto) e <strong>Monique Renne</strong> (fotos), do <em><a title="Saiba mais" href="http://www.correiobraziliense.com.br/" target="_blank">Correio Braziliense</a></em></p>
<p style="text-align:justify;">Nenhuma propriedade traduz melhor os tempos do ouro e da cana-de-açúcar no Distrito Federal e no Entorno do que a Fazenda Babilônia. Na área rural de Pirenópolis (GO), ela faz jus ao nome devido à sua grandiosidade.</p>
<p style="text-align:justify;">Descendentes dos antigos donos ainda preservam o que de melhor a fazenda sempre teve. A fachada e todos os cômodos estão como há mais de 200 anos. Ao redor, em seus fogões a lenha e suas imensas mesas de madeira maciça, eles cultivam, cozinham e comem os mesmos pratos feitos e consumidos pela família do senhor de engenho e seus escravos.</p>
<p style="text-align:justify;">A fazenda teve origem como um engenho de cana-de-açúcar batizado de São Joaquim, no fim do século 18, quando os proprietários não moravam nela. Entre 1800 e 1805, escravos construíram o imponente casarão em estilo colonial, com o dinheiro do comendador Joaquim Alves de Oliveira. Em pouco tempo, ele transformou a propriedade na maior empresa agrícola de Goiás do século 19.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="https://lh3.googleusercontent.com/-B3vgoitir-Y/TxnWF_-uJNI/AAAAAAABZWw/4bTJcEFFxP0/s640/200112mr123.jpg" alt="" width="512" height="340" /></p>
<p style="text-align:justify;">Na época, toda a fazenda ocupava uma área do tamanho de 50 mil campos de futebol. O comendador era dono do povoado Minas de Meia Ponte, a atual Pirenópolis. Com a agricultura e o comércio, transformou o lugarejo em uma das principais cidades goianas, tornando-o o centro comercial do estado.</p>
<p style="text-align:justify;">Com quase 300 mulas, a tropa de Joaquim de Oliveira levava produtos da Babilônia e de outras propriedades de Goiás ao restante do Centro-Oeste. A caravana trazia nessas viagens produtos essenciais, como sal e ferro, e outros tantos lucrativos ao comendador, como tecidos finos e armas.</p>
<p style="text-align:justify;">Com a patente de tenente-coronel comandante, ele editou o primeiro jornal do Centro-Oeste, a <em>Matutina Meiapontense</em> — que circulou de 1830 a 1835 —, montou a primeira biblioteca do estado e levou um professor para educar a população local.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="https://lh3.googleusercontent.com/-_Aw1mxXxJNE/TxnXAUQ4ysI/AAAAAAABZZU/DobyCB3glfw/s640/200112mr143.jpg" alt="" width="512" height="340" /></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><img class="alignleft" src="https://lh3.googleusercontent.com/-nxtCrSvTHHY/TxnVQBEZN9I/AAAAAAABZVg/4gFxzOGEkxg/s512/200112mr113.jpg" alt="" width="272" height="410" />Exageros</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Dos tempos áureos, a Babilônia mantém impecavelmente conservado o casarão sede. Grossos esteios e vigas de madeiras, com paredes de adobe e pau a pique, sustentam o prédio de 2 mil metros quadrados. Algumas vigas medem dois palmos de largura e atravessam vãos de até 15m.</p>
<p style="text-align:justify;">Coberto com telhas-coxa, o telhado é feito de caibros roliços, com cerca de 20cm de diâmetro, próximos uns dos outros. Encaixes precisos e cavilhas de madeiras unem o madeirame. Até as dobradiças das portas são feitas de madeira. Havia carência de metal no início do século 19, devido à dificuldade da importação por causa do custo da longa viagem.</p>
<p style="text-align:justify;">Os pregos usados na construção, principalmente nos assoalhos, são quadrados, feitos manualmente em bigornas. Muros de pedras ainda cercam o casarão. Erguidos pelos escravos, eles também circundam o curral, outras construções da propriedade e cruzam boa parte do pasto.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft" src="https://lh5.googleusercontent.com/-cz-ptT2C2uM/TxnV8FYv4_I/AAAAAAABZWI/ZMjICUUjUf4/s512/200112mr118.jpg" alt="" width="272" height="410" />Na sede da fazenda, destaca-se ainda a capela — toda original —, na varanda, que acompanha toda a frente da casa. O altar, estreito e ao fundo, é encimado por um pequeno nicho onde se encontra a imagem de Nossa Senhora da Conceição sobre um retábulo de madeira. Chamam atenção ainda os diversos espelhinhos redondos, correntes pintadas e meias-luas, provavelmente herança dos artistas escravos africanos.</p>
<p style="text-align:justify;">Na parede contígua à casa, há uma janela treliçada com vista para a sala. “Da sala vê-se o altar. Era também uma maneira de contemplar as mulheres, que assistiam às missas acomodadas na sala. Os homens assistiam em pé, na varanda. Apenas o padre ficava dentro no interior da capela”, conta Telma Lopes Machado, 62 anos, integrante da quarta geração de proprietários da Babilônia.</p>
<p style="text-align:justify;">O comendador morreu em 1851. Com a decadência da cana-de-açúcar e do algodão, em função dos altos custos com o transporte das mercadorias, os herdeiros decidiram se desfazer da propriedade. Revendida, ela chegou à família de Telma, que faz de tudo para manter a propriedade produtiva e de forma original.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Senzala</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Dos tempos do comendador, desapareceu a senzala, que abrigava os escravos. Ninguém sabe a data da sua extinção. A única certeza é a de que o prédio existiu. Há vestígios perto do muro de pedras e um desenho colorido de Tonico do Padre (Antônio da Costa Nascimento, um artista local), de 1864.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="https://lh5.googleusercontent.com/-BVN5X7GmK64/TxnW61M4GOI/AAAAAAABZZE/3OcDbEc-xq4/s640/200112mr141.jpg" alt="" width="512" height="383" /></p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft" src="https://lh6.googleusercontent.com/-jcTldI9P3Ac/TxnVAsem31I/AAAAAAABZU4/srYe-EykDyI/s512/200112mr108.jpg" alt="" width="272" height="410" />Arqueólogos goianos fizeram escavações há oito anos e encontraram restos da senzala e dos seus ocupantes. Com base em documentos guardados na sede, também dá para se ter uma ideia de sua dimensão. Era a única da região toda arruada, servida de água e sanitários — na verdade, latrinas.</p>
<p style="text-align:justify;">Telma e os parentes ainda guardam outras relíquias. Uma delas é a imagem de Nossa Senhora da Conceição, com 21cm de altura, esculpida por José Joaquim de Veiga Valle. Nascido em Pirenópolis em 1806 e morto na Cidade de Goiás, em 1874, ele é a maior referência da arte sacra goiana e o mais importante artista do estado até o século 19.</p>
<p style="text-align:justify;">Para manter viva a história da Babilônia, Telma e três ajudantes preparam quitutes da tradicional cozinha goiana, feitos em fogões a lenha e oferecidos aos visitantes. Alguns, como doces preparados em tachos de cobre, levam um dia para ficar prontos.</p>
<p style="text-align:justify;">Em uma área equivalente a 1.020 campos de futebol, a Babilônia atual mantém criações de cerca de 1,2 mil cabeças de gado leiteiro e de corte. O que se planta serve de alimento aos donos, aos 14 empregados e aos turistas que pagam pelo café sertanejo, com até 40 itens.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft" src="https://lh3.googleusercontent.com/--V9c8VOxZk0/TxnU4IW1MQI/AAAAAAABZUY/l2sr_SwjmBE/s512/200112mr104.jpg" alt="" width="272" height="410" />Com toda essa riqueza, a propriedade acabou tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 1965, quase 25 anos depois do centro histórico de Pirenópolis. O órgão entregou a propriedade como nova, em 2008, após quase dois anos de restauro.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Como chegar</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Pirenópolis fica a 150km de Brasília. O acesso se dá pela BR-070 ou pela BR-060 (com entrada por Abadiânia). Para chegar à Fazenda Babilônia, é preciso andar mais 24km, até o Km 3 da GO-431, estrada que leva ao sentido contrário à capital do país.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Visitação</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Além de restaurar a sede da Fazenda Babilônia, o Iphan recuperou o antigo paiol para servir de receptivo aos visitantes. No local há sala de recepção, banheiros e uma lojinha com artesanato e guloseimas feitas na propriedade rural, como há 200 anos. Sábados, domingos e feriados, ela é aberta aos turistas de 8h30 às 16h30. A entrada custa R$ 12. Quem tem até 12 anos não paga.</p>
<p style="text-align:justify;">Além do passeio, é oferecido um café com 40 itens da culinária goiana. Se quiser conhecer a propriedade e comer, o visitante adulto paga R$ 50. Para a criança, o serviço custa R$ 25. De segunda a sexta-feira, as visitas precisam ser agendas por meio de um desses telefones: (62) 3331-1226; 9294-1805; 9291-1511.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="https://lh3.googleusercontent.com/-j7E6_isK9NY/TxnWkzzeYTI/AAAAAAABZYM/ChsF40x6kos/s640/200112mr134.jpg" alt="" width="512" height="340" /></p>
<p style="text-align:justify;">
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ultimaparada.wordpress.com/4137/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ultimaparada.wordpress.com/4137/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ultimaparada.wordpress.com/4137/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ultimaparada.wordpress.com/4137/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ultimaparada.wordpress.com/4137/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ultimaparada.wordpress.com/4137/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ultimaparada.wordpress.com/4137/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ultimaparada.wordpress.com/4137/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ultimaparada.wordpress.com/4137/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ultimaparada.wordpress.com/4137/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ultimaparada.wordpress.com/4137/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ultimaparada.wordpress.com/4137/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ultimaparada.wordpress.com/4137/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ultimaparada.wordpress.com/4137/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ultimaparada.wordpress.com&amp;blog=5522803&amp;post=4137&amp;subd=ultimaparada&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Renato Alves</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Brasília Colonial &#8212; Nos tempos do ouro</title>
		<link>http://ultimaparada.wordpress.com/2012/01/23/brasilia-colonial-nos-tempos-dos-engenhos-do-ouro-e-dos-escravos/</link>
		<comments>http://ultimaparada.wordpress.com/2012/01/23/brasilia-colonial-nos-tempos-dos-engenhos-do-ouro-e-dos-escravos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 00:36:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Goiás]]></category>
		<category><![CDATA[Corumbá]]></category>
		<category><![CDATA[Distrito Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Luziânia]]></category>
		<category><![CDATA[Pirenópolis]]></category>

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		<description><![CDATA[Renato Alves (texto) e Monique Renne (fotos), do Correio Braziliense Esqueça os candangos e os grandes empreiteiros dos anos 1950. Muito antes dos caminhões cruzarem a poeirenta Brasília em construção, portugueses se apoderavam das terras hoje ocupadas pelo Distrito Federal e pelos municípios goianos do Entorno. Seus escravos africanos erguiam casas, lojas e igrejas. Eles [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ultimaparada.wordpress.com&amp;blog=5522803&amp;post=4114&amp;subd=ultimaparada&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="https://lh5.googleusercontent.com/-1x8oQV1x9BQ/TxnESG1nQKI/AAAAAAABZJ0/OYZUaO6b49k/s800/200112mr22.jpg" alt="" width="518" height="345" /></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Renato Alves</strong> (texto) e <strong>Monique Renne</strong> (fotos), do <em><a title="Saiba mais" href="http://www.correiobraziliense.com.br" target="_blank">Correio Braziliense</a></em></p>
<p style="text-align:justify;">Esqueça os candangos e os grandes empreiteiros dos anos 1950. Muito antes dos caminhões cruzarem a poeirenta Brasília em construção, portugueses se apoderavam das terras hoje ocupadas pelo Distrito Federal e pelos municípios goianos do Entorno. Seus escravos africanos erguiam casas, lojas e igrejas. Eles eram a base de uma sociedade que tinha no topo os ricos donos de imensas fazendas e suas submissas mulheres.</p>
<p style="text-align:justify;">As propriedades rurais, tomadas por gado e cana-de-açúcar, alimentavam pequenas cidades e vilas, habitadas por padres, militares, comerciantes, artesãos e funcionários públicos. Os núcleos populacionais estavam ligados por trilhas e raras estradas de terra, percorridas por tropeiros em lombo de burro e carros de boi. Muitos viajavam em busca de ouro.</p>
<p style="text-align:justify;">Cenário comum a Minas Gerais, Bahia, São Paulo, Pernambuco e ao Rio de Janeiro dos séculos 18 e 19. Porém, no quase isolado Planalto Central, a vida era mais difícil, principalmente para quem tinha poucas posses. Realidade pouco alterada até o começo da construção de Brasília, mas ainda desconhecida da maioria dos brasilienses e dos demais brasileiros.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/boi-na-babilc3b4nia1.jpg"><img class="alignright  wp-image-4126" title="Boi na Babilônia" src="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/boi-na-babilc3b4nia1.jpg?w=272&#038;h=410" alt="" width="272" height="410" /></a>Para recuperar essa parte da história do país, uma equipe do <em>Correio</em> passou uma semana visitando cidades e fazendas centenárias dos arredores da capital. Percorreu mais de 1 mil km em estradas de asfalto, de terra e em trilhas. No caminho, encontrou os originais de documentos datados de até 300 anos, casarões centenários intactos e em ruínas, povoados e fazendas que parecem ter parado no tempo, descendentes de poderosos latifundiários e de escravos, pesquisadores e moradores que lutam para preservar a memória da região.</p>
<p style="text-align:justify;">O resultado dessa apuração o leitor confere a partir de hoje, na série<em> Brasília colonial</em>. As reportagens vão revelar a riqueza secular dessas terras e o que ainda resta delas. Tesouro pouco explorado turisticamente pela maioria dos atuais donos e ainda nem mapeado completamente pelo governo ou pela comunidade científica.</p>
<p style="text-align:justify;">Em seu levantamento, o <em>Correio</em> contou ao menos 390 edificações com mais de 100 anos e em estilo colonial, em um raio de até 200km de Brasília. São igrejas, casarões, presídios desativados e antigos armazéns. No DF, os prédios ficam em Planaltina e no Park Way. Em Goiás, eles estão nas áreas rurais e urbanas de Cidade Ocidental, Corumbá, Formosa, Luziânia e Pirenópolis.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="https://lh6.googleusercontent.com/-dBlvFunMHX4/TxnYCKVIQaI/AAAAAAABZcE/zJ130Ziy09c/s640/200112mr165.jpg" alt="" width="518" height="322" /></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Em busca de ouro</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Os primeiros povoamentos ao redor do atual Distrito Federal surgiram em função da colonização das terras dos índios da etnia Goyá (grafia antiga) e da corrida ao ouro no Brasil. Mais antigo dos núcleos urbanos da região, Pirenópolis (<strong>casarão acima</strong>), distante quase 140km de onde seria erguida a nova capital do país, começou a ser ocupado em 1727, quando um grupo de bandeirantes portugueses, vindo de São Paulo, ali fundou as Minas de Nossa Senhora do Rosário de Meia Ponte.</p>
<p style="text-align:justify;">Os desbravadores já sabiam da existência do ouro, tanto que, logo após montar acampamento, se lançaram à cata do precioso metal no leito do Rio das Almas. Eles passavam o dia revirando e lavando o cascalho das margens até poder apurar o ouro com bateia, em um dos mais antigos métodos de garimpagem.</p>
<p style="text-align:justify;">Oriundos do norte de Portugal, região do Porto, e da Galícia, em sua maioria, os portugueses logo trataram de construir casas e igrejas, formando um arraial. A ainda imponente Igreja Matriz, cartão-postal do município, eles construíram por volta de 1728 a 1731.</p>
<p style="text-align:justify;">No mesmo período, bandeirantes rumavam para o que viria a ser Corumbá, a vizinha mais próxima de Pirenópolis.</p>
<p style="text-align:justify;">Também atraídos pelo ouro, fixaram acampamento na margem esquerda do Rio Corumbá e, em 8 de setembro de 1730, fundaram o arraial de Nossa Senhora da Penha do Corumbá. Ergueram ranchos de pau a pique, com chão de terra batida e cobertura de palhas de buriti. Um deles virou capela. Os outros serviam de moradia aos bandeirantes e a seus escravos.</p>
<p style="text-align:justify;">Coube aos negros plantar roças de cereais para abastecer o arraial. Acima dessas plantações, havia uma clareira na mata ciliar, onde hoje está a Praça da Matriz, que servia de pasto aos cavalos dos pioneiros de Corumbá.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/igreja-de-sc3a3o-sebastic3a3o.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4124" title="Igreja do Rosário" src="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/igreja-de-sc3a3o-sebastic3a3o.jpg?w=510&#038;h=338" alt="" width="510" height="338" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Igrejas separadas</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Uma década depois, à procura de novas minas de ouro, o bandeirante Antônio Bueno de Azevedo partiu de Paracatu (MG), acompanhado de amigos e escravos, em direção a Goiás. Mas não tinha direção certa.</p>
<p style="text-align:justify;">Em 13 de dezembro de 1746, enquanto descansava às margens de um córrego, viu pepitas de ouro. No dia seguinte, ergueu um cruzeiro e dedicou as minas e o povoado à Santa Luzia, futura Luziânia.</p>
<p style="text-align:justify;">A notícia logo se espalhou. Em menos de um ano, o arraial tinha mais de 10 mil habitantes. Uma enormidade para a época.</p>
<p style="text-align:justify;">Como em Pirenópolis, a primeira grande edificação de Luziânia foi a Matriz, que começou a ser erguida em 1765, sendo inaugurada em 1767. Mas só a população branca podia frequentá-la. Com isso, os negros começaram a erguer, em 2 de junho de 1769, a Igreja do Rosário (<strong>foto anterior</strong>).</p>
<p style="text-align:justify;">Os dois templos continuam de pé, mas apenas o dos negros mantém a estrutura original. Após um ano de trabalho, o prédio foi reaberto, completamente restaurado, em setembro do ano passado. Ele fica no ponto mais alto da Rua do Rosário, onde se concentram os prédios históricos da cidade, hoje com mais de 160 mil habitantes.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas, muito antes de atingir essa população, Luziânia viveu uma fuga em massa, devido ao declínio dos garimpos. A população caiu de 10 mil habitantes, no pico da mineração, para pouco de mais de 2 mil, ao fim da exploração do ouro.</p>
<p style="text-align:justify;">A minoria branca ficou nas poucas casas do vilarejo e nas sedes das fazendas, que viviam da produção de cana-de-açúcar e da criação de gado. Os escravos que não trabalhavam nas propriedades rurais formaram comunidades em volta delas. A mais famosa, a do Mesquita, fica na área rural da Cidade Ocidental, a cerca de 50km de Brasília e a 25km de Luziânia, onde descendentes dos senhores de engenho e dos escravos conservam a cultura dos ancestrais.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dona-zilda.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4122" title="Dona Zilda" src="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dona-zilda.jpg?w=510&#038;h=339" alt="" width="510" height="339" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Fogão a lenha</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Em pequenas chácaras e ainda grandes fazendas, brancos e negros criam galinhas e porcos soltos, fazem doces e todo tipo de comida em fogões a lenha. “Não gosto da cidade, gosto das coisas antigas”, afirma Benedito Gonçalves Soares (<strong>foto principal</strong>), 78 anos, herdeiro de uma das mais tradicionais famílias da região.</p>
<p style="text-align:justify;">Ele e dois dos seus irmãos mantêm duas fazendas com características originais. Em ambas, os casarões, com mais de 200 e 300 anos, foram recentemente restaurados. As propriedades ficam no limítrofe de Goiás com o DF, ao lado de onde surge um dos mais modernos e caros condomínios da capital.</p>
<p style="text-align:justify;">A fim de satisfazer o marido, Benedito, Zilda Rodrigues Gonçalves (<strong>foto anterior</strong>), 76 anos, acorda cedo para fazer, diariamente, bolos e biscoitos, sempre no fogão alimentado a lenha. “Gostaria de morar na cidade, mas meu marido não sai daqui por nada”, pondera ela, descendente de uma das mais poderosas famílias de Luziânia. “Meus bisavós tinham uma fazenda grande, com um casarão de 300 anos e uma senzala, mas depois venderam e acabaram com tudo”, lembra.</p>
<p style="text-align:justify;">Zilda, Benedito e os filhos contam com a ajuda de descendentes de escravos para manter a casa e toda a propriedade em ordem. Os negros, em sua maioria, moram no povoado Mesquita, reconhecido recentemente como área remanescente de quilombo.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ultimaparada.wordpress.com/4114/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ultimaparada.wordpress.com/4114/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ultimaparada.wordpress.com/4114/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ultimaparada.wordpress.com/4114/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ultimaparada.wordpress.com/4114/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ultimaparada.wordpress.com/4114/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ultimaparada.wordpress.com/4114/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ultimaparada.wordpress.com/4114/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ultimaparada.wordpress.com/4114/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ultimaparada.wordpress.com/4114/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ultimaparada.wordpress.com/4114/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ultimaparada.wordpress.com/4114/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ultimaparada.wordpress.com/4114/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ultimaparada.wordpress.com/4114/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ultimaparada.wordpress.com&amp;blog=5522803&amp;post=4114&amp;subd=ultimaparada&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Renato Alves</media:title>
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			<media:title type="html">Boi na Babilônia</media:title>
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			<media:title type="html">Igreja do Rosário</media:title>
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			<media:title type="html">Dona Zilda</media:title>
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	</item>
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		<title>Cartagena, a verdadeira joia do Caribe</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 23:42:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[América do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Colômbia]]></category>
		<category><![CDATA[Cartagena]]></category>

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		<description><![CDATA[Eliane Moreira e Renato Alves (fotos) Esqueça as baixas temperaturas de Bogotá. Se seu destino na Colômbia é Cartagena de Índias, prepare-se para dias de sol, praia e história, muita história. Fundada por espanhóis em 1533, Cartagena foi um dos principais portos das Américas, com um intenso comércio de pedras preciosas e escravos. Não à toa, despertou [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ultimaparada.wordpress.com&amp;blog=5522803&amp;post=4080&amp;subd=ultimaparada&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;" align="center"><a href="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc03205.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4081" title="Cartagena/Foto de Renato Alves" src="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc03205.jpg?w=510&#038;h=399" alt="" width="510" height="399" /></a></p>
<p style="text-align:justify;" align="center"><strong><a href="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc03166.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4082" title="Cartagena/Foto de Renato Alves" src="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc03166.jpg?w=225&#038;h=300" alt="" width="225" height="300" /></a>Eliane Moreira</strong> e <strong>Renato Alves</strong> (fotos)</p>
<p style="text-align:justify;">Esqueça as baixas temperaturas de Bogotá. Se seu destino na Colômbia é Cartagena de Índias, prepare-se para dias de sol, praia e história, muita história.</p>
<p style="text-align:justify;">Fundada por espanhóis em 1533, Cartagena foi um dos principais portos das Américas, com um intenso comércio de pedras preciosas e escravos. Não à toa, despertou o interesse de piratas. Para protegê-la foi erguida uma muralha de pedra nos limites da cidade, a mais extensa fortificação da América do Sul.</p>
<p style="text-align:justify;">Desse período, restaram aos dias atuais a muralha, a arquitetura colonial, as pedras preciosas e uma cultura resultado da influência negra, índia e espanhola. Além dos invasores, é claro. Se no passado Cartagena recebia com frequência a indesejável visita de corsários, hoje quem aporta à cidade aos milhares são os bem-vindos turistas.</p>
<p style="text-align:justify;">Para conhecer o centro histórico da cidade, considerado patrimônio mundial pela Unesco, caminhe sem compromisso por suas ruas estreitas.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc03480.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4110" title="Cartagena/Foto de Renato Alves" src="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc03480.jpg?w=510&#038;h=339" alt="" width="510" height="339" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Cocheiros oferecem o mesmo passeio em carruagens, mas garanto que não há nada comparado ao encantamento de se perder por suas esquinas e descobrir a cada passo uma praça, um monumento histórico, igrejas e museus. Até uma escultura do artista plástico Fernando Botero, a obra <em>La Reclinada</em>, exposta permanentemente na Plaza Santo Domingo. Tudo isso cercado por casarões coloniais e seus belíssimos balcões de madeira.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc03301.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4098" title="Cartagena/Foto de Renato Alves" src="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc03301.jpg?w=510&#038;h=382" alt="" width="510" height="382" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Ao entardecer, aproveite para caminhar sobre a muralha (<em>foto abaixo</em>). Se de um lado a beleza do centro histórico vai aos poucos se iluminando pela luz amarela dos lampiões, do outro é o próprio sol que garante o espetáculo sobre o mar caribenho.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc03522.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4099" title="Cartagena/Foto de Renato Alves" src="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc03522.jpg?w=510&#038;h=382" alt="" width="510" height="382" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Já quando a noite cai, a cidade se transforma. Com as lojas fechadas, artesãos invadem as calçadas. As praças são tomadas por apresentações de danças regionais, fortemente influenciadas pelos ritmos africanos.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc03528.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4092" title="Cartagena/Foto de Renato Alves" src="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc03528.jpg?w=510&#038;h=382" alt="" width="510" height="382" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Para competir com essas atrações a céu aberto, os restaurantes precisam caprichar. Por isso a oferta gastronômica em Cartagena agrada a todos os paladares, com boa comida, ambientes agradáveis e uma enorme variedade de pratos.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc03458.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4111" title="Cartagena/Foto de Renato Alves" src="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc03458.jpg?w=510&#038;h=382" alt="" width="510" height="382" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Se tudo isso não for suficiente para lhe convencer de que vale a pena conhecer Cartagena, lembre-se que a cidade está estrategicamente localizada no Caribe.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc031722.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4096" title="Cartagena/Foto de Renato Alves" src="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc031722.jpg?w=510&#038;h=382" alt="" width="510" height="382" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">As praias urbanas da cidade não são lá grande coisa, mas basta pegar o barco para o paradisíaco arquipélago formado pelas Ilhas Rosário. O passeio pode ser reservado nas recepções dos próprios hotéis, nas agências de turismo e nas escolas de mergulho.</p>
<p style="text-align:justify;">Seja pela história, seja pela praia, Cartagena de Índias continua tão sedutora quanto à época dos piratas.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc03370.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4101" title="Cartagena/Foto de Renato Alves" src="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc03370.jpg?w=510&#038;h=382" alt="" width="510" height="382" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Onde ficar</strong></p>
<p style="text-align:justify;">A melhor forma de aproveitar o centro histórico é se hospedando nele. Ficar dentro da muralha permite andar pela cidade a qualquer hora do dia ou da noite, sem ter que se preocupar com táxi. Para preservar a arquitetura colonial, os hotéis na região não têm a mesma infraestrutura das grandes redes hoteleiras, com algumas poucas (e caras!) exceções.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas se você não abre mão de conforto e modernidade, prefira o bairro de Bocagrande, parte moderna da cidade.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc03286.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4102" title="Cartagena/Foto de Renato Alves" src="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc03286.jpg?w=510&#038;h=380" alt="" width="510" height="380" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><a href="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc034061.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4103" title="DSC03406" src="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc034061.jpg?w=227&#038;h=300" alt="" width="227" height="300" /></a>Onde comer</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Os paladares mais requintados não se decepcionam com os bem conceituados restaurantes El Santísimo, Donjuan e La Vitrola, esse último considerado por muitos o melhor da cidade. Seja para almoço ou jantar, recomendo fazer reserva.</p>
<p style="text-align:justify;">Para um lanche rápido, experimente os hambúrgueres da El Corral  ou os crepes da Crepes &amp; Waffles, duas redes gastronômicas com estabelecimentos espalhados por todo o país. Opção mais light, o carro-chefe do pequeno Jugosa são os sucos naturais.</p>
<p style="text-align:justify;">A sobremesa fica por conta das sorveterias espalhadas pela cidade, como a romântica Gelateria Paradiso. O sorvete de passas ao rum faz jus à boa qualidade da bebida caribenha.</p>
<p style="text-align:justify;">E se, apesar do calor, quiser provar o café colombiano, a rede Juan Valdéz tem uma loja em Cartagena.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc03256.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4105" title="Cartagena/Foto de Renato Alves" src="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc03256.jpg?w=510&#038;h=382" alt="" width="510" height="382" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><a href="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc03473.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4106" title="Cartagena/Foto de Renato Alves" src="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc03473.jpg?w=225&#038;h=300" alt="" width="225" height="300" /></a>O que comprar</strong></p>
<p style="text-align:justify;">As famosas esmeraldas colombianas também chamam a atenção dos visitantes. Em todos os tamanhos, qualidades e preços, em brincos, anéis, pingentes, elas são uma tentação até para quem lhes é indiferente.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas atenção: antes de se render a essas pedrinhas, procure uma loja reconhecida e que ofereça certificado de garantia. Tarefa fácil, já que no centro histórico há inúmeras lojas assim.</p>
<p style="text-align:justify;">Se seu interesse for o artesanato colombiano, o antigo forte militar Las Bovedas concentra várias lojinhas que vendem toda espécie de souvenirs.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc03225.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4109" title="Cartagena/Foto de Renato Alves" src="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc03225.jpg?w=510&#038;h=382" alt="" width="510" height="382" /></a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ultimaparada.wordpress.com/4080/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ultimaparada.wordpress.com/4080/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ultimaparada.wordpress.com/4080/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ultimaparada.wordpress.com/4080/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ultimaparada.wordpress.com/4080/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ultimaparada.wordpress.com/4080/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ultimaparada.wordpress.com/4080/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ultimaparada.wordpress.com/4080/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ultimaparada.wordpress.com/4080/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ultimaparada.wordpress.com/4080/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ultimaparada.wordpress.com/4080/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ultimaparada.wordpress.com/4080/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ultimaparada.wordpress.com/4080/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ultimaparada.wordpress.com/4080/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ultimaparada.wordpress.com&amp;blog=5522803&amp;post=4080&amp;subd=ultimaparada&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Bogotá: histórica, cultural e divertida</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Jan 2012 22:50:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[América do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Colômbia]]></category>
		<category><![CDATA[Bogotá]]></category>

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		<description><![CDATA[Eliane Moreira Localizada a 2.640m acima do nível do mar, a temperatura em Bogotá dificilmente passa dos 18ºC. Mas com 7 milhões de habitantes e uma vida cultural intensa, a cidade ferve. Duas regiões concentram as principais atrações da cidade. De um lado o histórico bairro da Candelária, com prédios centenários de arquitetura colonial, e de outro a Zona [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ultimaparada.wordpress.com&amp;blog=5522803&amp;post=4053&amp;subd=ultimaparada&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc030742.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4059" title="Centro histórico de Bogotá/Foto de Renato Alves" src="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc030742.jpg?w=510&#038;h=382" alt="" width="510" height="382" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><a href="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc03042.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4060" title="Centro histórico de Bogotá/Foto de Renato Alves" src="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc03042.jpg?w=225&#038;h=300" alt="" width="225" height="300" /></a>Eliane Moreira</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Localizada a 2.640m acima do nível do mar, a temperatura em Bogotá dificilmente passa dos 18ºC. Mas com 7 milhões de habitantes e uma vida cultural intensa, a cidade ferve.</p>
<p style="text-align:justify;">Duas regiões concentram as principais atrações da cidade. De um lado o histórico bairro da Candelária, com prédios centenários de arquitetura colonial, e de outro a Zona Rosa, área nobre e moderna.</p>
<p style="text-align:justify;">Começando pela Candelária, longe de atrapalhar, o friozinho da capital colombiana torna ainda mais prazeroso caminhar por suas ruas históricas.</p>
<p style="text-align:justify;">Nesse bairro foi fundada a cidade, na curiosa Plaza Del Chorro Del Quevedo. Se durante o dia os turistas invadem a praça, à noite a boemia dos jovens, regada a cerveja e violão, torna o cenário bastante alternativo.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc03037.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4065" title="Centro histórico de Bogotá/Foto de Renato Alves" src="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc03037.jpg?w=225&#038;h=300" alt="" width="225" height="300" /></a>Bons restaurantes em antigas casas espalhados pelos arredores da praça. Uma dica é o excelente <strong><a title="Saiba mais" href="http://www.gatogris.com" target="_blank">El Gato Gris</a></strong>, frequentado por turistas e pelos moradores da cidade.</p>
<p style="text-align:justify;">Já a Plaza Bolívar tem em volta a sede do legislativo e da suprema corte do país, além da prefeitura de Bogotá e da imponente Catedral Primada. O Palácio Nariño, sede da presidência da Colômbia, fica bem próximo, o que torna a região muito vigiada.</p>
<p style="text-align:justify;">Para transitar pelas ruas que dão acesso ao Palácio, policiais revistam bolsas, mochilas e sacolas, em um procedimento tão rotineiro que parece não incomodar quem passa por lá.</p>
<p style="text-align:justify;">O número de museus espalhados pela Candelária também surpreende. Destaque para o <strong><a title="Saiba mais" href="http://www.banrep.gov.co/museo/eng/home.htm" target="_blank">Museo del Oro</a></strong>, com obras que datam do período pré-colombiano, e para o Museo Botero, onde estão expostos quadros e esculturas do artista plástico colombiano <strong><a title="Saiba mais" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fernando_Botero" target="_blank">Fernando Botero</a></strong>, famoso por seus personagens gordinhos.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc03070.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4070" title="Museu Botero/Foto de Renato Alves" src="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc03070.jpg?w=510&#038;h=398" alt="" width="510" height="398" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Fica a dica: o Museo Botero é gratuito todos os dias (fecha às terças-feiras) e o Museo del Oro não cobra entrada aos domingos (aberto de terça-feira a domingo).</p>
<p style="text-align:justify;">Ainda na Candelária, o <strong><a title="Saiba mais" href="http://http://www.fce.com.co/index.asp" target="_blank">Centro Cultural Gabriel García Márquez</a></strong>, além de salas para eventos e exposições, atrai turistas pela imensa livraria, com títulos de autores nacionais e estrangeiros. Lá se encontram todas as obras de <strong><a title="Saiba mais" href="http://educacao.uol.com.br/biografias/gabriel-jose-garcia-marquez.jhtm" target="_blank">García Márquez</a></strong>, Nobel de literatura e orgulho do país por obras mundialmente conhecidas, como <em>O amor nos tempos do cólera</em> e <em>Cem anos de solidão</em>.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc03113.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4072" title="Centro histórico de Bogotá/Foto de Renato Alves" src="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc03113.jpg?w=510&#038;h=395" alt="" width="510" height="395" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Depois do turismo histórico e cultural proporcionado pelo bairro da Candelária, não deixe de conhecer a Zona Rosa, o lado mais cool da cidade. A região concentra pubs, shoppings e ótimos restaurantes, como o excêntrico Andrés Carne de Res (<strong>foto abaixo</strong>), onde se come de sanduíches, pratos típicos a saladas. Ideal para noitadas.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc03598.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4076" title="Foto de Renato Alves" src="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc03598.jpg?w=510&#038;h=382" alt="" width="510" height="382" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Um conselho: prefira se hospedar na Zona Rosa. Por ser um bairro mais moderno, os hotéis têm infraestrutura melhor que os localizados na Candelária. Como a corrida de táxi em Bogotá é muito barata, dá para ir e voltar à Candelária gastando muito pouco.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc03011.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4074" title="Centro histórico de Bogotá/Foto de Renato Alves" src="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc03011.jpg?w=510&#038;h=382" alt="" width="510" height="382" /></a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ultimaparada.wordpress.com/4053/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ultimaparada.wordpress.com/4053/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ultimaparada.wordpress.com/4053/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ultimaparada.wordpress.com/4053/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ultimaparada.wordpress.com/4053/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ultimaparada.wordpress.com/4053/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ultimaparada.wordpress.com/4053/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ultimaparada.wordpress.com/4053/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ultimaparada.wordpress.com/4053/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ultimaparada.wordpress.com/4053/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ultimaparada.wordpress.com/4053/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ultimaparada.wordpress.com/4053/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ultimaparada.wordpress.com/4053/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ultimaparada.wordpress.com/4053/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ultimaparada.wordpress.com&amp;blog=5522803&amp;post=4053&amp;subd=ultimaparada&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Colômbia, o risco é você querer ficar</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jan 2012 23:04:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colômbia]]></category>
		<category><![CDATA[Bogotá]]></category>
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		<description><![CDATA[Eliane Moreira Durante décadas a Colômbia teve sua imagem associada ao narcotráfico e às ações terroristas das Farc. Com a campanha Colômbia, o risco é você querer ficar, o governo colombiano tenta acabar de vez com essa imagem e aumentar o número de turistas no país. Para garantir o slogan, governo e empresários investem em segurança, e é quase [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ultimaparada.wordpress.com&amp;blog=5522803&amp;post=4038&amp;subd=ultimaparada&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc03086.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4041" title="Centro antigo de Bogotá/Foto de Renato Alves" src="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc03086.jpg?w=510&#038;h=382" alt="" width="510" height="382" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><a href="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc03073.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4043" title="Centro antigo de Bogotá/Foto de Renato Alves" src="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc03073.jpg?w=225&#038;h=300" alt="" width="225" height="300" /></a>Eliane Moreira</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Durante décadas a Colômbia teve sua imagem associada ao narcotráfico e às ações terroristas das <strong><a title="Saiba mais" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/For%C3%A7as_Armadas_Revolucion%C3%A1rias_da_Col%C3%B4mbia" target="_blank">Farc</a></strong>. Com a campanha <em>Colômbia, o risco é você querer ficar</em>, o governo colombiano tenta acabar de vez com essa imagem e aumentar o número de turistas no país.</p>
<p style="text-align:justify;">Para garantir o slogan, governo e empresários investem em segurança, e é quase impossível caminhar pelas zonas turísticas sem avistar policiais ou seguranças particulares. Bom para os brasileiros. Com voos diários partindo de Guarulhos, para entrar no país vizinho basta apresentar a carteira de identidade. A página do consulado colombiano na internet também recomenda o certificado internacional de vacinação contra febre amarela, conseguido nos postos da <strong><a title="Saiba mais" href="http://portal.anvisa.gov.br/wps/portal/anvisa/anvisa/home/!ut/p/c5/04_SB8K8xLLM9MSSzPy8xBz9CP0os3hnd0cPE3MfAwMDMydnA093Uz8z00B_AwN_Q_1wkA48Kowg8gY4gKOBvp9Hfm6qfkF2dpqjo6IiAJYj_8M!/dl3/d3/L2dBISEvZ0FBIS9nQSEh/" target="_blank">Anvisa</a></strong>.</p>
<p style="text-align:justify;">Destinos da maioria dos turistas, os modestos aeroportos Eldorado, em Bogotá, e Rafael Nunez, em Cartagena, não se comparam em tamanho e infraestrutura aos grandes aeroportos internacionais. Ambos possuem, no entanto, casas de câmbio (1 real equivale a 1.000 pesos colombianos, a moeda oficial do país) e um seguro serviço oficial de táxi.</p>
<p style="text-align:justify;">Aliás, embora em algumas cidades o transporte público seja bastante eficiente, como o exemplar sistema de ônibus <strong><a title="Saiba mais" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/TransMilenio" target="_blank">TransMilênio</a></strong> implantado em Bogotá, táxis são uma opção boa e barata para circular pelas cidades colombianas. Mas atenção: evite pegar os táxis na rua. Por segurança, prefira pedi-los nas recepções de hotéis e restaurantes.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc03406.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4047" title="Cartagena/Foto de Renato Alves" src="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc03406.jpg?w=227&#038;h=300" alt="" width="227" height="300" /></a>Outra dica: embora a maior parte das casas de câmbio aceite reais, leve dólares. Na hora da troca, o real é bastante desvalorizado por lá.</p>
<p style="text-align:justify;">Com uma geografia diversificada, as atrações da Colômbia vão da fria e cultural Bogotá (<strong>fotos acima</strong>), com altitude de 2.640m, à caribenha Cartagena (<strong>abaixo</strong>), ao nível do mar; da exploração de esmeraldas à produção do mundialmente renomado café; da literatura de <strong><a title="Saiba mais" href="http://educacao.uol.com.br/biografias/gabriel-jose-garcia-marquez.jhtm" target="_blank">Gabriel García Marquez</a></strong> às gorditas obras de arte de <strong><a title="Saiba mais" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fernando_Botero" target="_blank">Fernando Botero</a></strong>; da excelente gastronomia às deliciosas frutas tropicais.</p>
<p style="text-align:justify;">Com tudo isso cada vez mais acessível ao turista, vale a pena correr o risco de não querer voltar.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc03172.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4042" title="Mar de Cartagena/Foto de Renato Alves" src="http://ultimaparada.files.wordpress.com/2012/01/dsc03172.jpg?w=510&#038;h=382" alt="" width="510" height="382" /></a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ultimaparada.wordpress.com/4038/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ultimaparada.wordpress.com/4038/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ultimaparada.wordpress.com/4038/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ultimaparada.wordpress.com/4038/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ultimaparada.wordpress.com/4038/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ultimaparada.wordpress.com/4038/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ultimaparada.wordpress.com/4038/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ultimaparada.wordpress.com/4038/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ultimaparada.wordpress.com/4038/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ultimaparada.wordpress.com/4038/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ultimaparada.wordpress.com/4038/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ultimaparada.wordpress.com/4038/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ultimaparada.wordpress.com/4038/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ultimaparada.wordpress.com/4038/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ultimaparada.wordpress.com&amp;blog=5522803&amp;post=4038&amp;subd=ultimaparada&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Renato Alves</media:title>
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			<media:title type="html">Centro antigo de Bogotá/Foto de Renato Alves</media:title>
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			<media:title type="html">Centro antigo de Bogotá/Foto de Renato Alves</media:title>
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			<media:title type="html">Cartagena/Foto de Renato Alves</media:title>
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			<media:title type="html">Mar de Cartagena/Foto de Renato Alves</media:title>
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	</item>
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		<title>Os encantos de Corumbá de Goiás</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Dec 2011 14:29:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Goiás]]></category>
		<category><![CDATA[Pirenópolis]]></category>

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		<description><![CDATA[Flávia Maia, do Correio Braziliense Quem passa pela BR-414 partindo de Brasília geralmente tem destino certo: a cidade histórica goiana de Pirenópolis (GO). No caminho, o Salto de Corumbá chama a atenção pela grandiosidade e pela beleza, levando muitos turistas a parar no mirante à beira da estrada antes de seguir viagem. Mas a região [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ultimaparada.wordpress.com&amp;blog=5522803&amp;post=4029&amp;subd=ultimaparada&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter" title="Catedral de Corumbá/Foto de Monique Renne" src="http://imgsapp2.correiobraziliense.com.br/app/noticia_127983242361/2011/12/18/283250/20111217215006953525u.jpg" alt="" width="512" height="340" /></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Flávia Maia</strong>, do <em>Correio Braziliense</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em></em>Quem passa pela BR-414 partindo de Brasília geralmente tem destino certo: a cidade histórica goiana de Pirenópolis (GO). No caminho, o Salto de Corumbá chama a atenção pela grandiosidade e pela beleza, levando muitos turistas a parar no mirante à beira da estrada antes de seguir viagem. Mas a região de Corumbá de Goiás tem outros atrativos além da cachoeira. Vale a pena dar um esticadinha e fazer o passeio completo.</p>
<p style="text-align:justify;">Para começar, na mesma fazenda em que está o salto, existem outras seis cachoeiras, como a do Ouro, a do Rasgão e a da Gruta. Já Monjolinho e Sonho meu são exemplos de quedas d’água nas redondezas, mas fora da propriedade. Os fãs dos esportes radicais podem aproveitar as curvas do Rio Corumbá para praticar rafting — e os paredões das cachoeiras para escaladas e rapel. O terreno acidentado vira atração de quem gosta de ciclismo.</p>
<p style="text-align:justify;">Além das opções relacionadas ao ecoturismo, Corumbá é um atrativo para quem gosta de história. A cidade faz parte do ciclo do ouro goiano, como a Cidade de Goiás, Pirenópolis, Cocalzinho, Jaraguá e Abadiânia. O conjunto arquitetônico é do século 18 e está bem conservado, principalmente a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Penha de França e o Cine Teatro Esmeralda, reinaugurado no início do mês, após restauração.</p>
<p style="text-align:justify;">A matriz foi a primeira construção de alvenaria da cidade e exibe, no teto, um afresco retratando uma aparição de Nossa Senhora dos Pirineus franceses. Isso porque a descoberta de ouro na região se deu em um dia consagrado à santa. Os bandeirantes paulistas responsáveis pela empreitada tomaram o acontecimento como uma bênção e elegeram, assim, a padroeira do incipiente povoado. Ao redor do templo, os pioneiros levantaram diversos ranchos. É esse conjunto de construções que foi tombado como patrimônio histórico e artístico nacional em 1988. Nesta época do ano, enfeites natalinos deixam o casario ainda mais bonito.</p>
<p style="text-align:justify;">O clima interiorano acaba sendo outro atrativo. A cidade é silenciosa e perfeita para quem quer descansar. O turista, porém, não encontrará uma boa estrutura de informações e de atendimento especializado. O Centro de Atendimento ao Turista ainda é recente e pouco equipado. Outra amostra da não profissionalização do turismo é o Memorial dos Imortais, na sede da Secretaria de Educação. Não existe um horário exato de funcionamento. Se quiser visitá-lo, o forasteiro terá de bater à porta da dona Maria do Carmo — é ela quem cuida do acervo de corumbaenses ilustres, como os escritores Bernardo Élis e José J. Veiga, escritores goianos nascidos em Corumbá.</p>
<p style="text-align:justify;">Veiga nasceu em 1915 e estreou na literatura um pouco tarde, aos 44 anos. Foi reconhecido na literatura brasileira pelo livro Os cavalinhos de Platiplanto. A obra ganhou o prêmio Fábio Prado em 1959. O autor faleceu em 1999, no Rio de Janeiro. Bernardo Élis, também nascido em 1915, foi o primeiro goiano a entrar para a Academia Brasileira de Letras. Morreu em 1997. Entre as suas principais obras estão O tronco e apenas um violão.</p>
<p style="text-align:justify;">As celebrações religiosas são um capítulo à parte. Entre 11 e 21 de janeiro, ocorre o festejo em homenagem a São Sebastião. Além das orações, há barraquinhas e cavalgada. Em setembro, é a vez das cavalhadas, tradicional encenação da luta entre cristãos e mouros.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Preciosidades naturais</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Com 65m de altura e 40m de largura, o Salto do Corumbá é a principal atração turística da região. São cerca de 800m de trilha até alcançar as águas. Nos trechos de maior dificuldade, o viajante encontrará escadas de madeira e corrimão. A história do Salto também está ligada à mineração. No fim do século 19, o minerador Alferd Arene construiu um canal por onde o rio era desviado até o Córrego Rasgão. A ideia era garantir a garimpagem, secando a cachoeira. O poço de onde os minérios eram extraídos é conhecido hoje como Poço Rico. “Depois, o dono daqui pediu para que o canal fosse desfeito e o salto voltasse. Acho que tem uns 30 anos que o salto voltou”, calcula Laércio Reginaldo Lima, 42 anos, gerente do Salto do Corumbá Camping Clube Hotel há 23.</p>
<p style="text-align:justify;">A Cachoeira da Gruta é outro ponto interessante porque a água cai do paredão em uma gruta. A trilha é de menos de um quilômetro e é mais fácil do que a do salto. “Fiquei encantada com a preservação ambiental. Tudo aqui é muito lindo”, conta a estudante Gracielle Oliveira, 26 anos. Ela, o namorado e a mãe visitaram o parque na volta de Pirenópolis para o Novo Gama (GO). “Se soubéssemos que era tão lindo, teríamos vindo antes”, diz a mãe da jovem, Tereza Oliveira, 53.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://www.costarica.ms.gov.br/2010/imgs/c79c4fd8085ad68f412bd0374ac765af.SALTO%20DO%20SUCURIU%20(1).jpg" alt="" width="614" height="461" /></p>
<p style="text-align:justify;">O parque ecológico está localizado em uma fazenda, cuja estrutura é de uma pousada. Pagando R$ 160 a diária para casal, os hóspedes têm acesso às seis cachoeiras da propriedade, ao toboágua e às piscinas de água natural. Quem preferir acampar, o mesmo pacote sai por R$ 20 por dia, nos fins de semana. O quilo da comida é R$ 18,90 e o cardápio é bem simples, com arroz, feijão, carne, frango, macarrão e salada.</p>
<p style="text-align:justify;">O preço acessível faz com que o parque fique muito cheio aos sábados e domingos. O som automotivo é liberado e isso prejudica os turistas que preferem sossego. Outro defeito é não existir uma área específica para camping. As barracas por todo lado diminuem a beleza do clube. “Estamos tentando diminuir a sujeira e conscientizar o público, que tem mudado bastante suas ações nos últimos tempos”, garante o gerente.</p>
<p style="text-align:justify;">Existem outras opções de pousadas na região. De um modo geral, elas oferecem bons exemplos da cozinha goiana, como frango caipira, feijão tropeiro e quitutes variados. É possível aproveitar os restaurantes sem, necessariamente, se hospedar. A Pousada Serra da Irara, por exemplo, trabalha nesse esquema. Já na cidade, as opções gastronômicas são escassas.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Serviço</strong></p>
<p style="text-align:justify;">» Estrada: BR-070 e BR-414. A 070 é duplicada e a 414 tem pista única. Pista bem sinalizada. Cuidado apenas com o excesso de velocidade dos outros motoristas e com os pedestres de cidades como Águas Lindas de Goiás.<br />
» Distância de Brasília: 118km<br />
» Tempo de duração da viagem: média de 1h20.<br />
» Voltagem: 220V<br />
» Sinal de celular e internet: Pouco sinal. Tim e Vivo são as operadoras com melhor sinal.<br />
» Leitos: 349<br />
» Média de preços dos camping: R$ 15 por pessoa<br />
» Diária média das pousadas: R$ 90, o aposento de casal.</p>
<p style="text-align:justify;">
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ultimaparada.wordpress.com/4029/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ultimaparada.wordpress.com/4029/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ultimaparada.wordpress.com/4029/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ultimaparada.wordpress.com/4029/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ultimaparada.wordpress.com/4029/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ultimaparada.wordpress.com/4029/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ultimaparada.wordpress.com/4029/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ultimaparada.wordpress.com/4029/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ultimaparada.wordpress.com/4029/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ultimaparada.wordpress.com/4029/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ultimaparada.wordpress.com/4029/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ultimaparada.wordpress.com/4029/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ultimaparada.wordpress.com/4029/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ultimaparada.wordpress.com/4029/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ultimaparada.wordpress.com&amp;blog=5522803&amp;post=4029&amp;subd=ultimaparada&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Renato Alves</media:title>
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			<media:title type="html">Catedral de Corumbá/Foto de Monique Renne</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Natal sustentável em Pirenópolis</title>
		<link>http://ultimaparada.wordpress.com/2011/11/19/natal-sustentavel-em-pirenopolis/</link>
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		<pubDate>Sat, 19 Nov 2011 11:15:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Goiás]]></category>
		<category><![CDATA[Pirenópolis]]></category>

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		<description><![CDATA[Cecília Pinto Coelho, do Correio Braziliense Cerca de 150km separam Brasília da histórica Pirenópolis, cidade goiana fundada no século 18. O trajeto de carro é feito em apenas uma hora e meia, o suficiente para que o brasiliense se depare com uma paisagem totalmente diferente daquela da capital federal. A charmosa Piri já foi cenário [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ultimaparada.wordpress.com&amp;blog=5522803&amp;post=4025&amp;subd=ultimaparada&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter" src="http://imgsapp2.correiobraziliense.com.br/app/noticia_127983242361/2011/11/17/278907/20111117161746318081o.jpg" alt="" width="565" height="370" /></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Cecília Pinto Coelho</strong>, do Correio Braziliense</p>
<p style="text-align:justify;">Cerca de 150km separam Brasília da histórica Pirenópolis, cidade goiana fundada no século 18. O trajeto de carro é feito em apenas uma hora e meia, o suficiente para que o brasiliense se depare com uma paisagem totalmente diferente daquela da capital federal. A charmosa Piri já foi cenário de novelas como Estrela guia e Araguaia, e agora tem até fama internacional. Recentemente, foi carinhosamente denominada de “cidade dos Fuscas” no jornal norte-americano <strong><a title="Saiba mais" href="http://ultimaparada.wordpress.com/2011/11/06/pirenopolis-sob-o-olhar-do-the-new-york-times/" target="_blank">The New York Times</a></strong>.</p>
<p>Mas os encantos da cidadela vão além dos carros da década de 1950 e das exuberantes cachoeiras vistas na telinha da televisão. As casas coloniais, as bonecas namoradeiras nas janelas, a gastronomia e o canto dos periquitos são algumas das características que atraem, segundo dados da Secretaria Municipal de Turismo, 250 mil visitantes por ano. E, neste fim de ano, os turistas poderão ver um colorido diferente na cidade: a decoração para o Natal será toda feita a partir de material reciclado.</p>
<p>“Esperamos triplicar, em dezembro, o número de visitantes com relação aos outros meses do ano”, afirma o Secretário de Turismo, Sérgio Rady. A decoração natalina contará com 200 peças — entre renas, árvores, flores e trenós — feitas a partir de 400 mil garrafas pet. Só na árvore de Natal, serão usadas 30 mil. “Sentimos a necessidade de fazer um projeto com envolvimento social, cultural e ambiental, além do turístico”, avalia o secretário. A programação cultural para esse período ainda não foi definida, mas o brasiliense já pode ficar de olho nos pacotes montados por hotéis e pousadas (leia o quadro).</p>
<p>A pirenopolina Laisa Pereira, 18 anos, é uma das 150 trabalhadoras envolvidas diretamente na produção dos objetos. Além de receber uma bolsa mensal de R$ 300, ganhará um certificado quando o trabalho acabar. “Cortar as flores é fácil, o complicado é fazer a montagem”, diz. “Mas vale a pena, a cidade fica mais bonita e iluminada no fim do ano. Estou ansiosa para ver o resultado”, completa.</p>
<p>Conterrânea de Laisa, Andressa Daher, 27, vai aproveitar o aprendizado para vender peças recicladas no futuro. Por enquanto, se empenha das 7h às 12h, todos os dias, na confecção da decoração. “Este ano vamos ver a decoração mais bonita, será um dos melhores natais”, acredita.</p>
<p>O projeto surgiu a partir da dissertação de mestrado do paulista Giulliano Stucchi, feita há cerca de 10 anos em parceria com uma amiga. Desde então, Giulliano já montou diversos cenários natalinos pelo Brasil. O trabalho beneficiou crianças carentes, idosos e até presos em uma cadeia de segurança máxima. “É um projeto de arte que pode ser feito por qualquer pessoa”, explica Giulliano, que está na cidade desde 15 de setembro para organizar o evento. “Tivemos que realizar uma campanha ambiental e fazer palestras nas escolas para arrecadar o material”, acrescenta.</p>
<p><strong>Sucesso</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Desde já, a Praça do Coreto, famosa pela feira dos fins de semana — onde visitantes podem pechinchar em produtos artesanais —, exibe flores com pétalas brancas e vermelhas feitas com material reciclado. A professora aposentada Ivone Meister e a mãe, Lydia Lutz Meister, ambas paranaenses, aproveitaram para tirar fotos no local. “Achei lindo; isso incentiva a mudança em outros lugares, que gastam tanto com material de decoração e acabam não ficando tão bonitos”, observa Ivone.</p>
<p style="text-align:justify;">“Já é a terceira vez que vimos para cá. Gosto muito da tranquilidade, do estilo de vida antigo, e as pessoas aqui são muito hospitaleiras. Já nos convidaram até no quintal de uma casa para comer jabuticaba no pé”, conta Ivone.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Quem leva</strong><br />
<strong><a title="Saiba mais" href="http://www.viacaogoianesia.com.br" target="_blank">Viação Goianésia</a></strong> / (62) 3233-6593<br />
Brasília-Pirenópolis: saídas diárias, às 6h30, às 10h, às 15h e às 17h30. Preço: R$ 19,50. Pirenópolis — Brasília: diariamente, às 7h, às 9h30, às 15h30 e às 19h. Preço: R$ 21.</p>
<p><strong><a title="Saiba mais" href="http://www.grupoamaral.com.br/esa/site" target="_blank">Santo Antônio</a></strong> / (61) 3328-0834<br />
Brasília-Pirenópolis: saídas diárias, às 8h30 e às 14h30. Preço: R$ 23. Pirenópolis — Brasília: diariamente, às 9h30 e às 14h30. Preço: R$ 21. Essa empresa não para na rodoviária. Os passageiros precisam descer no trevo de entrada da cidade.</p>
<p><strong>Centro de Atendimento ao Turista</strong><br />
(62) 3331-2633,<strong> </strong>(62) 3331-1397</p>
<p><strong>Rodoviária Interestadual de Brasília</strong><br />
SMAS, Trecho 4, Conjunto 5/6; (61) 3234-2185</p>
<p><strong>Rodoviária de Pirenópolis</strong><br />
Rua Neco Mendonça, s/nº, Centro; (62) 3331 1080</p>
<p><strong>Secretaria de Turismo de Pirenópolis</strong><br />
(62) 3331-2416</p>
<p><strong>Site oficial da cidade</strong><br />
www.pirenopolis.go.gov.br</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>LEIA TAMBÉM</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><a title="Clique aqui" href="http://ultimaparada.wordpress.com/2011/11/06/pirenopolis-sob-o-olhar-do-the-new-york-times/" target="_blank"><strong>Pirenópolis sob o olhar do The New York Times</strong></a></p>
<p style="text-align:justify;"><a title="Clique aqui" href="http://ultimaparada.wordpress.com/2011/05/10/festa-literaria-de-pirenopolis/" target="_blank"><strong>Festa Literária de Pirenópolis</strong></a></p>
<p style="text-align:justify;"><a title="Clique aqui" href="http://ultimaparada.wordpress.com/2010/08/01/pirenopolis-vira-cenario-de-novela/" target="_blank"><strong>Pirenópolis vira cenário de novela</strong></a></p>
<p style="text-align:justify;"><a title="Clique aqui" href="http://ultimaparada.wordpress.com/2008/12/30/pirenopolis-go-fazenda-babilonia/" target="_blank"><strong>Fazenda Babilônia</strong></a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ultimaparada.wordpress.com/4025/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ultimaparada.wordpress.com/4025/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ultimaparada.wordpress.com/4025/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ultimaparada.wordpress.com/4025/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ultimaparada.wordpress.com/4025/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ultimaparada.wordpress.com/4025/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ultimaparada.wordpress.com/4025/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ultimaparada.wordpress.com/4025/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ultimaparada.wordpress.com/4025/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ultimaparada.wordpress.com/4025/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ultimaparada.wordpress.com/4025/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ultimaparada.wordpress.com/4025/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ultimaparada.wordpress.com/4025/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ultimaparada.wordpress.com/4025/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ultimaparada.wordpress.com&amp;blog=5522803&amp;post=4025&amp;subd=ultimaparada&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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