Brasília em construção – Catetinho (1956)

Arquivo Público do Distrito Federal/Autor desconhecido

A idéia da construção de uma residência provisória para abrigar o presidente em suas visitas a Brasília, durante a construção da nova capital, surgiu em uma reunião de amigos de Juscelino Kubitschek, no Hotel Ambassador, no Rio de Janeiro. Oscar Niemeyer fez o croqui do Palácio de Tábuas, seu primeiro projeto para Brasília. Os amigos conseguiram um empréstimo e, em apenas 10 dias, construíram a casa.

Em torno dela funcionou um núcleo de apoio, com serviços de radiofonia e radiotelegrafia, e um campo de pouso. O nome Catetinho foi sugerido pelo músico Dilermando Reis, em alusão ao Palácio do Catete.

Arquivo Público do Distrito Federal/Autor desconhecidoEm 10 de novembro de 1956, JK participou da inauguração, assinando também o primeiro despacho no local. À noite, os amigos homenagearam o presidente com uma seresta.

O Catetinho abrigou engenheiros da Novacapautoridades que visitavam a cidade em construção, como o presidente de Portugal Craveiro Lopes. O prédio foi tombado pelo Iphan em 10 de novembro de 1959.

O Catetinho virou museu. Está como na época da construção de Brasília. Preserva alguns objetos e o mobiliário original. Fotografias e outros objetos completam as ambientações para propiciar ao visitante um testemunho vivo da grande aventura que foi a construção da capital.

Onde fica: Km 0 da BR 040, em frente ao viaduto de acesso ao Gama
Visitação: diariamente, das 9h às 16h. Entrada gratuita
Telefone: (61) 3338-8807 – Fax (61) 3338-8694

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34 comentários em “Brasília em construção – Catetinho (1956)

  1. e bonito de mais eesse catetinho povo doo df isso serve pra nosi todpo cuiida delles e de dtodoos elles?D

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  2. 1. A DECISÃO DE CONSTRUIR O CATETINHO

    “Tudo começou numa conversa de bar.”1

    “(…) A idéia de construir uma casa (o Catetinho) para dar de presente ao Presidente Juscelino, no Planalto Goiano, nasceu a 12 de outubro de 1956 no apartamento de número 512, do Hotel Ambassador, no Rio, onde se hospedava César Prates, seresteiro mineiro e de bela voz. Ali João Milton Prates, ex-comandante e piloto da FAB, tendo servido a Juscelino no Governo de Minas, em conversa com seu irmão César Prates e os engenheiros José Ferreira (Juca) Chaves e Roberto Penna, sugere aos demais fazer uma surpresa ao presidente Juscelino, de quem eram amigos.

    Esta idéia surge em face de estar o engenheiro Israel Pinheiro no propósito de aceitar a oferta de trinta barracas de lona, feita pelo Ministro da Guerra, general Henrique Teixeira Lott. O grupo acha, então, que não ficaria bem o Presidente ‘pousar em barraca’. Daí a sugestão de ser construída uma casa de madeira.

    A surpresa consistia em que um grupo de amigos se cotizasse e construísse uma casa, mesmo de madeira, para dar de presente ao Presidente no local aonde iria ser a nova Capital.

    A proposta é logo aprovada, especialmente porque no grupo se encontram dois engenheiros.

    Do apartamento, o grupo de quatro amigos vai ao ‘Jucas Bar’, tradicional ponto de encontro situado no ‘hall’ do Hotel Ambassador, onde Niemeyer e outros amigos os aguardam. Além de Niemeyer, ali se encontram o compositor Dilermando Reis, o jornalista e compositor Emydio Rocha, de Belo Horizonte, e Vivaldo Lyrio, técnico em aeronaves.

    Apresentada a proposição, é por todos aprovada. Oscar Niemeyer pede ao garçom Osório Reis uma folha de papel e, ali mesmo, esboça um croquis do que seria ‘a casa presidencial’. Logo, Juca Chaves e Roberto Penna calculam o custo da obra, que é orçado em quinhentos mil cruzeiros.

    Leiam mais em http://www.aconstrucaodocatetinho.com.br/

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  3. From:
    Ahilton Guimarães

    View Contact
    To: HELIO REIS
    
    Caro Hélio

    Informo que o Mestre de Obras da FERTISA sempre foi o Sr. Paulo Muller. Foi ele que participou da construção do Catetinho, conforme consta no livro que te enviei. Na Fertisa aqui em Araxá só teve um Mestre de Obras.
    Para você ter uma idéia, durante as construções civis da Fábrica de Fosfato de Araxá de 1954 a 1960, pelo que eu sei, nunca constou no quadro de pessoal da Fertisa o nome do sr. RAIMUNDO SOBRAL DA COSTA e até o momento eu não tenho conhecimento desse nome.
    Sugiro que a neta do Sr. Raimundo pergunte ao seu avô onde ele trabalhava antes de ir para Brasília e onde ele nasceu, conforme a resposta dele poderá faciltar alguma pesquisa nesse sentido. O que você acha dessa sugestão?
    Eu gostaria de saber qual será a resposta do Sr. Raimundo, residente em Cristalina, OK?
    Um abraço
    Ahilton

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  4. meu avo foi mestre de obras do catetinho gostaria de saber se o nome dele esta em alguma lista ou algo assim, pois procurei em varios sites e nao encomtrei.. ele se chama (RAIMUNDO SOBRAL DA COSTA) E RESIDE EM CRISTALINA….
    GOSTARIA DE MAIS INFORMAÇOES…
    OBRIGADA.

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  5. JA FUI LA MUITAS VEZES POR QUE A PRIMEIRA VEZ QUE FUI ADOREI É MUITO DIVERTIDO E INTERESSANTE FIQUEI SURPRESA JÁ FUI MUITAS VEZES COM MEUS PARENTES E ELES TAMBEM ARARAM QUANDO VOU LA TIRO MUITAS FOTOS QUERIA CONHECER O JK E SARAH INFELISMENTE NÃO DEU MAS TUDO BEM….

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  6. Esclarecimento: Nao sei exatamente a definicao de “candango”, apesar de saber que se refere aos construtores/moradores(?) originais de Brasilia, mas quem construiu o Catetinho foram os empregados da antiga FERTIZA de Araxa. Seus nomes estao listados nos anexos do livreto que esta no site mencionado anteriormente.

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  7. 9?0?1???
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    ?/°º°]~ºªªolojdhfsfkljff{{[[
    erwerry

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  8. já fui em quazer todos pontos turisticos dessa cidade maravilhosa menos no catetinho,eu nem sabia o que era o catetinho…
    mas a professora de historia passou um trabalho que fala sobre brasilia ai graças a isso eu fiquei sabendo do catetinho………
    é eu ja vou marca um dia pra ir lá.catetinho que me espere..
    …♥…♥…♥…
    xau
    bjim me liga

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  9. Veja a historia da construcao do Catetinho em:

    http://www.aconstrucaodocatetinho.com.br/

    Eh um site com as paginas de um livreto criado por Ahilton Guimaraes, araxaense. Ele trabalhava na FERTISA Fertilizantes SA que se transformou na CAMIG Cia. Agricola de MG, em Araxa.

    Meu pai, Heliodoro Crisostomo dos Reis, era entao gerente administrativo da cia.

    Meu padrinho, o engenheiro Roberto Magalhaes Pena, era um dos amigos que decidiram a construcao do Catetinho.

    Todo o material e trabalhadores eram da cia.

    Embora meu pai, nao seja mencionado no texto, sua assinatura esta presente nas listas de funcionarios e de trabalhadores designados a temporariamente trabalhar naquele projeto.

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  10. TUDO COMEÇOU POR ESQUELETOS DE PREDIOS NO MEIO DO NADA HOJE E A CIDADE Q COMANDA O PAIS TENHO ORGULHO DE TER NASCIDO EM BRASILIA PARABENS CIDADE QUERIDA.

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