O essencial de Roma

Eliane Moreira (texto) e Renato Alves (fotos)

A melhor definição para a capital italiana ouvi em Roma: uma velha senhora de 27 séculos, que, apesar de algumas rugas, não perdeu sua elegância.

Visitar a capital italiana deveria ser obrigatório a todo ser humano. Uma doce obrigação.

É tanta história, tanta arte e tanta beleza que algumas dicas podem facilitar a “árdua” tarefa de conhecer a capital de um dos maiores impérios que já existiu:

TRANSPORTE

Aeroporto — O aeroporto internacional de Roma (Aeroporto Leonardo da Vinci ou Fiumicino) fica a 35 km do centro histórico da capital italiana.

Por isso, o meio mais barato de chegar até lá é pegando o trem Leonardo Express e descer na estação Termini. O trem parte do próprio aeroporto e o bilhete custa 11 euros (os táxis costumam cobrar, em média, 50 euros pelo mesmo destino).

Metrô e ônibus — Descendo na Termini, vários letreiros indicam que essa é uma região cheia de hotéis. É bem provável que você consiga ir a pé até o seu. De lá, também, é possível pegar o metrô, ônibus e trens que partem para os principais destinos turísticos de Roma e da Itália. Florença, por exemplo, fica a duas horas e meia de trem.

Roma Pass — Vale a pena adquirir o Roma Pass. Por 23 euros, ele dá direito a entrar sem pagar em duas atrações que você escolher (os museus do Vaticano não estão incluídos), descontos em outras tantas e transporte público ilimitado por três dias. De quebra, se livra da fila no Coliseu.

ATRAÇÕES

Caminhadas — As principais atrações turísticas ficam bem pertinho umas das outras. Conhecê-las caminhando é a melhor opção. Não desanime com o sol quente do verão. Se bater a sede, é só encher a garrafinha de água nas diversas fontes espalhadas pela cidade. A água delas é pura e costuma ser mais gelada que as vendidas nos bares,s lanchonetes e restaurantes.

Vaticano — Ao contrário do que ocorre com os museus, a visita à Basílica de São Pedro, no Vaticano, é de graça. Só não se esqueça de ir devidamente vestido: pernas e ombros de fora não são permitidos.

Fontana di Trevi — Chegar à Fontana di Trevi é fácil. Basta seguir a multidão e o barulho das águas. No cenário de La Dolce Vita, de Frederico Fellini, turistas disputam cada espaço livre para fotografar o deus Netuno.

Coliseu — O ingresso custa 12 euros e dá direito à visita ao Foro Romano. Faça o passeio nas primeiras horas do dia. O sol escaldante no verão pode inibir sua imaginação nas ruínas.

À noite — Não deixe de fazer um city-tour à noite. Os principais monumentos ganham luzes amareladas e tornam ainda mais bela esta anciã de 27 séculos.

Sorvetes — Os sorvetes italianos são imperdíveis até mesmo para quem está de dieta. Para muitos, os melhores do mundo. Experimente o máximo de sabores que puder. Ao lado da Fontana di Trevi, não deixe de saboreá-los na sorveteria Melograno. Mas qualquer lanchonete romana vende um sorvete de sabor estupendo, insuperável fora da Itália.

Sem roteiro — Curta o Dolce Far Niente (o doce fazer nada) que a cidade proporciona. Fuja dos roteiros. Perca-se em suas ruelas. Descanse em suas piazzas.

Só não se esqueça de jogar uma moedinha, de costas, na Fontana di Trevi. Reza a lenda que quem faz isso garante seu regresso à cidade eterna. Acredite: você vai querer voltar.

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