Vale Sagrado (4) — Pisac

Eliane Moreira

Em Pisac, a 32 km de Cusco, estão algumas das mais expressivas ruínas incas. Para conhecê-las, tem que ter fôlego.

A 3.300m acima do nível do mar, a caminhada de 1,5 km por uma subida íngreme não é para qualquer um. Mas vale a pena.

Terraços agrícolas escavados nas encostas, construções militares e residenciais, templos religiosos e observatórios astronômicos contam um pouco do modo de vida do povo inca.

Pisac também é famosa pela feira de artesanato que ocorre semanalmente, onde estão à venda pedrarias, coloridas vestimentas, peças de barro e cerâmica.

É também quando ocorre o peculiar comércio de produtos agrícolas que atrai os habitantes das comunidades vizinhas.

Mantendo um costume de mais de 300 anos, uma grande variedade de alimentos é negociada na forma mais primitiva de comércio: o escambo, ou trueque, como é chamado por lá. Milho, batata, cereais e até animais como ovelhas e cabras são expostos e trocados.

Outra grande atração de Pisac são as missas celebradas aos domingos, às 11h, em quéchua, idioma indígena pré-colombiano. Adotado pelo povo inca é a segunda língua oficial do Peru, falada por 3 milhões de andinos.

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