Vale Sagrado (6) — O básico de Machu Picchu

Eliane Moreira (texto) e Renato Alves (fotos) 

Considerada um dos grandes tesouros arqueológicos mundiais, a cidade inca de Machu Picchu escapou à dominação espanhola e só foi descoberta em 1911, pelo professor norte-americano Hiram Bingham (foto ao lado).

Interessado pela cultura inca, Bingham percorreu todo o Vale Sagrado, perguntando aos camponeses sobre os sítios arqueológicos.

Foi assim que, guiado por um menino, chegou às ruínas de Machu Picchu.

A 2.350m de altitude, muitas são as especulações sobre a finalidade de Machu Picchu.

Alguns estudiosos defendem que a cidade era uma fortaleza militar. Outros, a fazenda do imperador inca Pachacútec.

De qualquer forma, dois setores, um agrícola e outro urbano, são distinguidos nas ruínas.

Em excelente estado de conservação, as ruínas da mais famosa cidade inca retratam a organização desse povo.

A Cabana do Guardião, o Templo das Três Janelas, o Templo do Condor, o Templo do Sol e a pedra Intihuatana são algumas de suas principais atrações.

Para chegar a Machu Picchu, os mais aventureiros podem caminhar 40 km pela trilha inca, num percurso de 4 dias, passando por cidadelas e magníficas paisagens naturais.

Outra opção é ir de trem até Águas Calientes, partindo de Cusco, ou de Ollantaytambo.

Também conhecida como Machu Picchu Pueblo, Águas Calientes é a última cidade para quem vai às ruínas e serve de apoio aos turistas com hotéis e restaurantes. 

Dicas para a viagem:

• Compre o bilhete de trem pela internet, com antecedência (www.perurail.com). É seguro e você não dependerá das agências de turismo.

• Os trens saem da estação de Poroy, a 20 minutos de Cusco.

• Chegando a Águas Calientes, é preciso atravessar uma feira de artesanato para pegar o ônibus que sobe até Machu Picchu.

• O ingresso para Machu Picchu pode ser comprado em Águas Calientes (em dólar ou em soles) ou na entrada da cidade (apenas em soles).

• Não é permitido levar comida à Machu Picchu. Mas os fiscais fazem vista grossa se você recolher todo seu lixo.

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6 comentários em “Vale Sagrado (6) — O básico de Machu Picchu

  1. Oi Renato, Parabéns pelo seu Blog … está me ajudando muito para montar o meu roteiro pois no final do ano estou indo passar o Reveillon em MP e ficarei 7 dias, gostaria de saber, se por acaso você sabe na época de Dezembro o tempo lá é frio ou quente ? O fuso horário de lá é de quantas horas ? Muito Obrigada pela sua atenção e ajuda !!!! Abraços Jóyce Negreiros

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  2. Oi Denis, Parabéns pelo seu Blog … está me ajudando muito para montar o meu roteiro pois no final do ano estou indo passar o Reveillon em MP e ficarei 7 dias, gostaria de saber, se por acaso você sabe na época de Dezembro o tempo lá é frio ou quente ? O fuso horário de lá é de quantas horas ? Muito Obrigada pela sua atenção e ajuda !!!! Abraços Jóyce Negreiros

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  3. Denny, no deixe de ir a Machu Picchu. Todo ser humano deveria ter o direito de pisar naquele lugar ao menos por umas horas.

    Sim, conheo o Calcagno. meu vizinho de bancada.

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  4. Muito bom o post.
    Mas aconteceu de eu ganhar uma promoção e estou indo a Machu Picchu em maio.
    Espero que dê tudo certo, apesar do que aconteceu por lá com as chuvas.
    Parabéns, Renato!

    PS: Você trabalho no Correio Braziliense, né? Tenho um grande amigo no jornal – Luiz Calcagno. Conhece ele?

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