50 anos — O plano de Lucio Costa

Dinheiro na meia à parte, Brasília tem história, geografia e arquitetura singulares que fazem valer uma visita. Para quem não sabe, é a única cidade moderna considerada patrimônio da humanidade  pela ONU. E hoje estamos a um mês de comemorar os 50 anos da capital brasileira. Por isso, o blog inicia série com fatos e imagens que marcaram a construção da metrópole desenhada por Lucio Costa e Oscar Niemeyer.

A foto ao lado, por exemplo, mostra o então presidente Juscelino Kubitschek e o urbanista Lucio Costa, em meio ao cerrado onde seria construída Brasília. A imagem, de 1957 , destaca a placa do Eixo Monumental, aquela que viria a ser a mais larga avenida do Brasil e da nova capital, com seis pistas em cada mão.

Lucio Costa é o autor do projeto urbanístico escolhido para a construção de Brasília. Ao contrário do que muitos pensam, o nome Plano Piloto não tem a ver com o formato de um avião. Todos os projetos apresentados no concurso público vencido por Lucio Costa chamavam Plano Piloto de Brasília e levam um número para distingui-lo.

O Plano Piloto de Lucio Costa  teve sua forma inspirada pelo sinal da cruz.  Lucio Costa defendeu a tese de que a capital federal pudesse ser comparada a uma borboleta, rejeitando a comparação com um avião.

VISITE

Localizado no subterrâneo da Praça dos Três Poderes, o Espaço Lucio Costa reúne uma maquete com 179 metros quadrados que reproduz fielmente as proporções do Plano Piloto de Brasília (foto abaixo). O ambiente foi idealizado por Niemeyer para homenagear a obra do amigo urbanista. Também há várias fotografias, documentos inclusive textos, croquis e rascunhos do projeto da cidade.

Endereço: Praça dos Três Poderes, ao final da Esplanada dos Ministérios
Horário de visitação: de terça a domingo, das 9h às 18h
Telefone: 3321-9843

Conheça o projeto urbanístico de Brasília pensado e desenhado por Lucio Costa

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Um comentário em “50 anos — O plano de Lucio Costa

  1. Essa história de “única cidade moderna” considerada patrimônio histórico tem de ser lida – e dita – com cuidado. Moderna, aqui, não é no sentido coloquial. Não é “moderna” no sentido de avançada social ou tecnologicamente, mas moderno no seu estilo arquitetônico. Portanto, se pensarmos bem, não há muitas “adversárias” que possam almejar o mesmo título.

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