Nova empresa, Tame já vende passagens: Equador-Brasil a US$ 556

Avião da Tame

Do Melhores Destinos

São Paulo está prestes a ganhar um voo direto a Guaiaquil, maior cidade do Equador. Pelo menos é esta a intenção da companhia equatoriana Tame, que pretende iniciar a rota entre as cidades mais populosas dos dois países no próximo dia 7 de janeiro. Por enquanto, a companhia não recebeu a autorização para os voos da Anac, mas mesmo assim ela já está vendendo passagens de Guaiaquil a São Paulo por US$ 556 (ida e volta). O trecho contrário, saindo do Brasil, não é vendido pelo site.

Segundo a Anac, a Tame pretende fazer voos de Guaiaquil a São Paulo às segundas, quartas e sextas-feiras, com saídas às 20h05 e chegada a Guarulhos às 02h15. No sentido inverso, do Brasil ao Equador, as saídas serão às terças, quintas e sábados, partindo às 3h05 e chegando às 9h15. A Anac fez restrições para aprovar os voos, que devem ser operados com jatos Airbus A319 ou A320.

Estamos acompanhando este pedido desde dezembro, mas ainda não havíamos postado nada por conta das restrições da Anac. Apenas hoje a companhia começou a veicular propagandas em seu site e a oferecer as passagens para a venda.

A Tame Línea Aérea del Ecuador é a companhia aérea estatal do país e no ano passado completou 50 anos de fundação. Ela transporta cerca de 3 mil passageiros por dia em suas rotas nacionais e internacionais, operando uma frota de 13 aeronaves bem diversificada, incluindo ATRs, Airbus e Embraer.

Leia a avaliação da Tame no Melhores Destinos

Leia série de posts com dicas sobre turismo no Equador

Galápagos: um mundo à parte

Galapagos

Thalita Lins

Uma revoada de piqueros de patas azuis desenhou o céu de Galápagos ao mesmo tempo em que pelicanos pousavam na areia branca de Las Bachas, na Ilha Santa Cruz. Próximo dali, um grupo de flamingos se alimentava em uma lagoa de água salgada, enquanto uma iguana marinha deixava o mar e caranguejos de cores vibrantes se destacavam sobre rochas vulcânicas cercadas pelas águas do Oceano Pacífico. Cenário perfeito para o primeiro dia nas Ilhas Galápagos. Um show de boas-vindas como esse dá a dimensão de como serão os dias seguintes de visita ao arquipélago equatoriano.

As impressões deixadas de herança por Charles Darwin (1809-1882) no livro Viagem de um naturalista ao redor do mundo traduzem com exatidão a sensação que o visitante experimenta no contato com a natureza. Ao descrever o território como sendo “um pequeno mundo dentro de si mesmo ou ainda um satélite preso à América”, Darwin soube dosar as palavras sem soar um exagero. O arquipélago é realmente um mundo à parte. Dotado de características próprias, lá está concentrado um vasto número de espécies que somente existem naquela região. Dos 7.214 diferentes tipos de animais que residem em um universo composto de 13 ilhas maiores, seis menores e mais de 107 ilhotas e rochas, quase 90% deles são originários do paraíso galapaguense.

Galapagos
A riqueza de Galápagos poderia ser ainda mais complexa se as atividades de caça na região tivessem sido evitadas a tempo. No século 17, o número de animais era ainda maior. À época, a presença de baleeiros no arquipélago foi o motivo da morte de milhares de cetáceos e tartarugas que viviam na reserva marinha. Até então, o território ainda não havia sido declarado como unidade de conservação. Somente em 1959, o conjunto de ilhas passou a ser parque nacional. E quase 10 anos depois, Galápagos tornou-se efetivamente uma área protegida pelo governo equatoriano.

Encantar-se pelas diversidades vegetal e animal do arquipélago é inevitável. Se em uma praia você encontra cactos enormes que chegam a crescer três centímetros por ano, têm um tronco sem espinhos e vivem aproximadamente um século, em outra ilha mais à frente, o que predomina é uma vegetação rasteira coberta por tons verde, vermelho e amarelo, conhecida na região como cesúbio. Mas o que predomina em praticamente todo o território é o palo santo.

As praias

Em razão da oferta natural, a reserva ecológica garante dias de diversão para os visitantes. Seja para quem quer se aventurar ao fazer trilhas nas crateras, mergulhar e surfar, seja para aqueles que buscam apenas o silêncio das ilhas para desfrutar de momentos de paz ou aproveitar os dias ensolarados para curtir as praias do arquipélago equatoriano.

A 96km da Ilha Santa Cruz, outra formação vulcânica deu origem a mais uma ilha, a San Cristobál. Para se chegar até ela, assim como em qualquer outra praia, é necessário usar um bote. Ao desembarcar, o turista chega à região de nome Punta Pitt. Lá, a praia contracena com um vulcão ao fundo, que em determinados momentos se esconde atrás de nuvens que encobre o pico. Esse lugar de dupla paisagem é considerado um dos pontos mais recomendados para a prática do snorkel, por ter uma grande variedade de seres marinhos.

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Punta Pitt figura na lista das praias mais cobiçadas pelos turistas que vão a Galápagos. Nessa região praiana é até difícil andar na areia sem quase tropeçar nos leões-marinhos. Por tratar-se de um grupo grande, esses animais acabam muitas vezes confundidos com as rochas vulcânicas. Não apenas em San Cristóbal, mas em quase toda parte da reserva, essa espécie parece estar no controle, seja em cima das pedras, de bancos de areia e até mesmo dentro de embarcações próximo aos píeres. Por serem tão onipresentes, os animais acabam se tornando parceiros inseparáveis dos turistas. Eles não demonstram se incomodar com a presença humana nem de outros bichos. Tanto que parecem estar sempre preparados para posar para as fotos dos visitantes com total naturalidade.

Visita custa US$ 50

Apenas de avião é possível ir às Ilhas Galápagos. Os voos partem de Guayaquil e duram uma hora e meia. O aeroporto de Baltra costuma ser a principal porta de entrada para os turistas. Para entrar no arquipélago, é obrigatório pagamento de uma taxa. Aos maiores de 12 anos, o valor cobrado é de US$ 50. As crianças pagam a metade. O dinheiro é destinado à conservação e à manutenção da área protegida. Para aqueles que preferem ficar em solo, quatro regiões — as ilhas San Cristóbal, Santa Cruz, Isabela e Floreana — oferecem um leque de alojamentos.

Galapagos caldera vulcanica

Uma das opções para conhecer o arquipélago é aventurando-se em um cruzeiro. Mas prepare o estômago se você costuma enjoar nesse tipo de viagem. Dependendo da corrente marítima, as embarcações balançam muito. As empresas que prestam esse serviço oferecem variados tipos de itinerários. Cada barco tem, em média, capacidade máxima para 120 pessoas. A cada dia, a tripulação desembarca em uma ilha diferente. Para chegar até às praias e às ilhas, os turistas são acomodados em botes.

Ecossistema

Para manter intacta a diversidade do arquipélago, o Equador libera a entrada em solo protegido apenas quando a pessoa estiver acompanhada por um guia naturalista credenciado pelo governo local. Antes de desbravar essa maravilha ecológica, saiba que, para preservá-la, uma série de restrições são impostas a todos que pisam nas ilhas. Os visitantes devem seguir à risca os mandamentos para não ser repreendido por um desses profissionais e ajudar a manter vivo o ecossistema do lugar.

Uma das determinações é a de não tocar nos animais. É proibido manter uma distância inferior a dois centímetros dos bichos para que não seja alterado o comportamento natural das espécies. As regras impõem ainda que eles não podem ser alimentados para não causar danos à saúde dos bichos. Se um animal está doente, ele não será tratado e deve lutar sozinho pela sobrevivência. Ao morrer, o bicho continua intocável. Como manda a natureza, ele servirá de alimentos para os predadores.

A polêmica das tartarugas

Há quatro meses, mais uma espécie de tartarugas gigantes — que deu o nome às Ilhas Galápagos — foi extinta. Após várias tentativas para que ele reproduzisse, o Solitário George — que era o último representante da subespécie Chelonoidis abingdoni — morreu com pouco mais de 100 anos. Hoje, há apenas 10 das 14 subespécies que habitavam o arquipélago, sendo quatro em Santa Cruz, sete em Isabela e uma em San Cristóbal. Ao todo, há 17 mil desses quelônios espalhados nessas regiões.

tartaruga de galápagos
Uma polêmica gira em torno de quem deve ficar com o corpo de George. Os Estados Unidos tentam levá-lo, mas o destino dos restos da tartaruga ainda não foi confirmado. “Ele é nosso. É uma estupidez querer tirá-lo da gente só porque há uma pressão muito grande de dinheiro. Porque os EUA gastam muito com a reprodução desses animais no sítio”, explicou a guia naturalista Sabina Lorena. Atualmente, há 30 adultos da espécie apenas na Tortoise Reserve, em Cerro Colorado, San Cristóbal.

Para que as subespécies sobreviventes não entrem em extinção, o governo equatoriano fundou três centros de reprodução de tartarugas: em Santa Cruz, em San Cristóbal e em Isabela. Nessa última é onde estão os quelônios de maior estatura. Para que um animal desse se reproduza, leva 30 anos, idade na qual ele torna-se apto para procriar.

Ao nascer, esses bichos pesam apenas 60 gramas e podem chegar, quando já anciãos, a 300kg. A idade de sobrevida dessas subespécies de tartarugas é de, no mínimo, 150 anos. O tempo de existência pode ser constatado pelo casco. “Aquela ali deve ter mais de 100 anos porque o casco está mais liso”, avaliou a guia naturalista. Lá, as tartarugas brigam por um espaço numa pequena lagoa artificial que serve para deixar na média a temperatura do animal. Durante uma luta corporal entre elas, a que levantar a cabeça com mais facilidade e numa altura superior é a campeã.

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A oportunidade de estar lado a lado com a biodiversidade do arquipélago e de praticar atividades esportivas são alguns dos motivos que levam, todos os anos, 185 mil turistas a conhecer as ilhas. Após passar três dias em um cruzeiro por Galápagos, o engenheiro português Rui Cardoso, 57 anos, incluiu a viagem no rol dos melhores lugares que já visitou. Ele e a esposa, Marília Cardoso, 59 anos, se consideram cidadãos do mundo e já estiveram em pelo menos 60 países. “Aqui, a natureza é ainda mais bonita e nos dá uma sensação de paz e tranquilidade. As pessoas devem conhecer Galápagos para saber o quanto esse território significa para o homem e para a Terra”, descreveu Rui.

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Isla de la Plata

Thalita Lins

O litoral equatoriano guarda um tesouro natural a poucos quilômetros da pacata vila de pescadores Puerto Lopez: a Isla de la Plata, também conhecida como Pequena Galápagos. Já no trajeto de barco entre o porto e a ilha, o visitante é surpreendido com um show em alto-mar. Se o condutor da embarcação que o leva até a reserva do Parque Nacional Machalilla interromper a viagem no meio do caminho, quando já não se vê mais a praia do horizonte, prepare-se, é hora de o espetáculo começar.

Isla de la Plata
Dali em diante, os olhos devem ficar atentos a cada pedaço do mar e as câmeras posicionadas para eternizar o movimento do animal que se exibirá em breve. Quando menos se espera, uma enorme baleia jubarte emerge do Oceano Pacífico e faz uma sequência de saltos e deixar qualquer um boaquiaberto. Depois do grande show, é hora de seguir viagem em direção à pequena Galápagos — região mais acessível economicamente ao bolso do viajante.

No acesso à ilha, o turista é recebido por pelicanos e tartarugas marinhas. De longe, a topografia dela se assemelha à da verdadeira Galápagos. Além disso, ela é povoada por espécies que também habitam lá. Mas, ao contrário do arquipélago, a Isla de la Plata não tem origem vulcânica e já foi parte do continente.

Isla de la Plata
O piquero de patas azuis é uma ave comum também nessa região. É interessante observar acasalamento desses animais. “Eles bailam na hora de escolher uma companheira. Exibem-se com um pedaço de graveto na boca. Eles não são monógamos. Na próxima temporada, vão à procura de outro par”, explicou o guia Anución Gonzalo. Após uma trilha pela ilha, os visitantes são convidados a praticar snorkel nas águas de tons azuis do Pacífico, cuja profundidade chega a 30 metros. Aquela área também é ideal para quem quer ir mais fundo e fazer um mergulho com cilindro.

Isla de la Plata
Ondas

A caminho de Guayaquil, o visitante passa por Montañita, praia que fica na província de Santa Helena. Lá, as atividades esportivas são intensas, assim como o turismo. A depender do ponto, o mar é bravo e perfeito para os que se aventuram em cima de pranchas de surfe. Aliás, o principal motivo que atrai os turistas são as ondas. Montañita é a capital desse esporte no Equador.

Já em Guayaquil, uma das principais regiões econômicas do país, vá ao bairro Las Peñas, área mais antiga da cidade e onde estão concentrados os artistas da região. Uma escadaria com 444 degraus leva o turista até o ponto mais alto da cidadela, no qual há um farol. Os casarios coloniais, charmosos e coloridos, foram escolhidos por muitos intelectuais para abrigar ateliês.

Guayaquil
Homenagem a Olmedo

Uma das figuras mais importantes da história equatoriana, principalmente, no período de independência e no início da república recebe homenagens por vários lugares do Equador. José Joaquín de Olmedo, nascido em Guayaquil, chegou a ser vice-presidente do Equador, em 1830, mas renunciou devido a divergências com o então presidente Juan José Flores. Na cidade natal de Olmedo, uma estátua feita na França foi colocada às margens do rio que corta a região como tributo ao político.

 

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Quito

Thalita Lins, do Correio Braziliense

Mil quilômetros separam a costa do Equador de um dos maiores laboratórios vivos de biologia do mundo. Patrimônio Natural da Humanidade, as Ilhas Galápagos guardam um mundo de riquezas naturais ao longo dos 146 mil km² de extensão territorial em meio ao Oceano Pacífico. Lá, os animais não se sentem ameaçados pela presença humana e até posam com naturalidade para as lentes dos turistas. Mas não é só a ilha que leva beleza para o país.

No continente, Quito, a capital, abriga um dos cartões-postais mais visitados, o Monumento do Mundo, no qual a linha do Equador corta o mundo. No entanto, há uma controvérsia na exatidão da posição desse marco: o monumento, na verdade, foi colocado a 300 metros da divisão real. Indo um pouco além, em Guayaquil, o charmoso bairro de Las Peñas é morada de inúmeros artistas da região e um dos pontos de encontro do jovens. Em Porto Lopez, a 635km de Guayaquil, está o cenário perfeito para observar os saltos das baleias jubartes a caminho da Ilha da Prata.


De tirar o fôlego

Respire fundo, você está em Quito. Mais precisamente a 2.850 metros acima do nível do mar. A capital do Equador é literalmente de tirar o fôlego. Os quitenhos têm muito o que se orgulhar: a cidade abriga o maior centro histórico das Américas. O Casco Colonial, construído durante a colonização espanhola, em 1534, pode ser definido em números: os 367 hectares de área, distribuídos em 308 quadras, contam com 103 edifícios-monumentos, 5 mil móveis tombados, 40 igrejas — duas a cada duas quadras —, 32 museus e 10 praças.

Não é à toa que a região foi a primeira do mundo a ser declarada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) como Patrimônio da Humanidade. É uma pena que Quito ainda seja um destino pouco explorado pelos turistas brasileiros. Graças à herança espanhola, o Casco Colonial lembra uma cidade europeia. Bem preservada e limpa, a Plaza Mayor ou de La Independencia é cercada pelo Palácio de Carondelet — sede da Presidência do Equador, cujo prédio é em estilo neoclássico — e pela La Catedral, igreja com detalhes de ouro e em estilo mouro. Fazem parte do centro históricos as ruas entre a Basílica Del Voto Nacional e a estátua da Virgen del Pacillo — uma espécie de Cristo Redentor para os quitenhos.

Quito
A poucos metros dali, uma viela é referência cultural para o país: Calle de La Ronda. Uma das quadras mais bonitas, charmosas e bem preservadas do centro tem uma vida boêmia rica. À noite, os bares e restaurantes ficam lotados. É lá também que artistas trabalham em seus ateliês, como o “médico-cirurgião” de pianos antigos Humberto Santa Cruz, 46 anos. “Aqui é o espaço da música, onde somente anjos entram”, disse, ao mesmo tempo em que os dedos passeavam pelo teclado de um piano datado de 1902, que era “operado” há 87 dias.

Bandeira do Equador em Quito
Visitar a parte histórica de Quito é indispensável, assim como é impossível conhecer a cidade sem subir em pelo menos um dos 12 vulcões que cercam a capital do Equador. É difícil desviar os olhos do topo desses gigantes, ainda mais ao descobrir que quatro deles estão ativos — Cotapaxi, Pichincha, Cayambe, Antizana. Um dos cenários mais bonitos de Quito fica na Reserva Ecológica Cotacachi, no qual o turista pode se aventurar em uma trilha que passa pelo vulcão que leva o mesmo nome. A Lagoa Cuicocha, formada após a última erupção do Cotacachi, há 3,5 milhões de anos, é um dos grandes atrativos da unidade de conservação. Vale a pena ficar no mirante até o pôr do sol.

Sabores

A culinária quitenha revela a herança dos Incas. Ingredientes como milho, batata e banana são alguns dos itens essenciais na mesa de uma família típica da região. Ao visitar o país, não deixe de se deliciar com o locro, uma sopa produzida basicamente com batata, leite, milho e queijo. Para os amantes de frutos do mar, imperdível é o ceviche equatoriano. O prato costuma vir com camarões e peixe marinados no limão, acompanhados por pipoca e rodelas de banana frita.

le petit pigalle

O Mercado de Animais de Otavalo também vale a visita. Lá, os indígenas e moradores compram e trocam bichos. Há 200 anos, vacas, porcos, coelhos, patos, galinhas e porquinhos da índia dividem espaço com as pessoas durante os sábados. Sem dúvida, é um dos lugares mais interessantes e diferentes da viagem a Quito. A poucos quilômetros dali, tendas de uma outra feira ocupam dezenas de quadras da região. No Mercado de Otavalo, o visitante pode encontrar desde adereços, como o chapéu Panamá, até frutas da região, como o tomate de árvore e o babaco, uma tipo de mamão cultivado em altas altitudes. Prepare-se para andar bastante e aproveite para comprar lembrancinhas do Equador.

Quito

Made in Equador

Engana-se quem acha que o chapéu Panamá é produzido no país da América Central. O genuíno é feito no Equador e ganhou esse nome porque, antigamente, esse adorno era enviado para os Estados Unidos via Panamá. Os panamás são tecidos com palha fina, que é colhida e remetida para centros de tecelagem como na cidade de Cuenca, e transformada em chapéus pelos tecelões.

A jornalista viajou a convite do Ministério do Turismo do Equador