Valle Nevado dá descontos para a temporada 2016

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A maior e mais charmosa estação de esqui da América do Sul já se prepara para a temporada 2016. O Valle Nevado oferece descontos exclusivos para os turistas que efetuarem suas reservas de hospedagem nos hotéis e apartamentos do complexo até 30 de dezembro de 2015.

São três promoções válidas para qualquer um dos hotéis da estação: Valle Nevado (exceto suítes), Puerta del Sol e Tres Puntas. A primeira oferece 35% de desconto para reservas de no mínimo três noites entre 24 de junho e 8 de julho. A segunda garante 25% de desconto nas reservas de no mínimo sete noites entre 8 de julho e 23 de setembro. A última oferece 20% de desconto para reservas de no mínimo três noites entre 8 de julho e 23 de setembro. Os descontos são aplicados sobre o total da reserva de hospedagem em apartamentos duplos.

Para os apartamentos no condomínio Valle de Cóndores é oferecido desconto de 20% na diária, com tarifa a partir de USD 239 para habitações de três pessoas por noite. Estão inclusas a hospedagem e limpeza diária do apartamento.

Produtos adicionais do Valle Nevado como transporte, aluguel de roupas, aulas de esqui e snowboard, entre outros, não estão inseridos nos descontos. Também não são acumuláveis com outras promoções. A validade da promoção é até 30 de dezembro de 2015 para reservas 100% pagas. Sujeito à disponibilidade.

Mais informações e fotos: http://www.vallenevado.com/pt/

Sobre o Valle Nevado – Localizado a cerca de 60 km de Santiago a partir do aeroporto, a estação possui três hotéis – Três Puntas, Puerta del Sol e Valle Nevado -, respectivamente divididos em três, quatro e cinco estrelas, além de seis restaurantes, quatro bares e pubs, 45 pistas para esqui ou snowboard, teleféricos, lojas e apartamentos residenciais. Até 2022, serão construídos dois novos edifícios residenciais por ano para que mais pessoas desfrutem da melhor neve do mundo. Ao todo, mais de US$ 150 milhões serão investidos em infraestrutura para tornar o complexo o maior da América do Sul.

 

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Aerolineas já vende passagem de voo direto BH-Buenos Aires

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Belo Horizonte vai ganhar voo direto e diário para Buenos Aires. A Aerolineas Argentinas vai realizar as operações a partir de primeiro de junho. As passagens começam a ser vendidos a partir desta quarta-feira (20/3), no site da empresa. Diariamente, um voo com aeronave Embraer, como capacidade para 96 passageiros, partirá do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, com destino à capital da Argentina.

O anúncio foi feito nesta terça-feira, pelo governador Antonio Anastasia, durante coletiva à imprensa na Cidade Administrativa. Ele foi comunicado oficialmente pela diretoria da empresa, que ainda acerta os detalhes para a nova operação.

Segundo Antonio Anastasia, a conexão direta e diária para Buenos Aires é uma boa notícia para Belo Horizonte e Minas Gerais. A partir de 2008, o Estado intensificou os esforços para atrair voos internacionais, sem conexões, para Belo Horizonte. “A atração de voos internacionais, partindo e chegando a Belo Horizonte, é mais uma estratégia do Governo de Minas para o processo de internacionalização do Estado. Já temos voos diretos para os Estados Unidos e para Portugal, nossa porta de entrada para a Europa. A ligação direta com Buenos Aires, certamente, vai contribuir para que Minas Gerais seja cada vez mais inserida no mercado turístico da América Latina”, disse o governador.

Desde 2008, foram implantados em Minas voos internacionais sem conexões, com destino a Miami – diário pela American Airlines e três vezes por semana, pela TAM -, Panamá – seis vezes por semana – e Lisboa – quatro vezes. O resultado da revitalização do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, foi o crescimento expressivo de passageiros rumos às rotas internacionais. No acumulado de 2008 a 2012, a movimentação no terminal de passageiros somou mais de 1,5 milhão de usuários.

De acordo com a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), no período, o número de embarques e desembarques internacionais cresceu 178,4%, passando de 160 mil passageiros, em 2008, para 445,6 mil usuários, no ano passado. Em 2006, por exemplo, a movimentação não chegava a 10 mil pessoas.

Turismo na Antártida e na Patagônia chilena

Renato Alves (texto e fotos)

Localizada no extremo sul do planeta, a Antártida tem 13,6 milhões de quilômetros quadrados de neve e água congelada, cobrindo 99,5% do continente. Trocar sol e praia por um verão ali parece uma escolha improvável. Mas, cada vez mais gente lá desembarca atrás de uma sensação única. Alguns a comparam a pisar na Lua. Lembram algumas semelhanças, como o solo escuro e pedregoso — no verão — e uma grande área inabitada.

Para chegar até esse lugar, onde cientistas registraram a menor temperatura da história, somente por meio de voos militares ou em cruzeiros para turistas. Há quem pague mais de R$ 20 mil para passar algumas horas na parte mais inexplorada da Terra. Mas há opções mais baratas e menos aventureiras para conhecer maravilhas parecidas com as encontradas na Antártida. Na Patagônia, última região habitada antes do continente gelado, há milhares de pinguins e glaciais de encher os olhos.

Prazer para poucos

Um século após os primeiros navegadores identificarem a Antártida, o continente continua sendo o lugar mais selvagem da Terra. Pisar nele é para poucos. Mesmo com os avanços tecnológicos, são necessárias logística e infraestrutura adequados, além de disposição, paciência e um estômago forte. Os voos limitam-se praticamente às forças aéreas. Aos turistas, o único caminho passa pelo Drake, o trecho de mar mais temido do mundo. As longas e cansativas horas em navio e bote são recompensadas pelo cenário e a façanha e de passear por um dos mais hostis e menos explorados destinos do planeta.

Como repórter do Correio Braziliense, cheguei à Antártida em uma expedição da Marinha, com jornalistas, militares e cientistas brasileiros. Os repórteres, fotógrafos e cinegrafistas foram os primeiros a desembarcar na Estação Comandante Ferraz após o incêndio que destruiu 70% das suas instalações, em 25 de fevereiro de 2012. A nossa jornada teve início em Punta Arenas, no extremo sul do Chile. Lá, embarcamos em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB). Os aviões C-130 (Hércules) da FAB pousam na base chilena Eduardo Frei (fotos acima e abaixo), levando também suprimentos, entre outubro e fevereiro. Mas esse trajeto de 1,2 mil km, em um voo de três horas, só é realizado quando o clima permite.

Quase não há teto para a aeronave pousar no aeródromo chileno. Quando aparece o que os pilotos chamam de janela, ela tem que ser aproveitada. Nessas condições, as mínimas em uma semana, após duas tentativas de pouso frustradas, o repórter do Correio chegou à Antártida em 7 de fevereiro, com mais de 40 cientistas e militares. Na noite daquele dia, ele fez a travessia de 500m na Baía do Almirantado, entre o navio Ary Rongel e a Ferraz. Por causa da ausência de portos no continente, as embarcações ficam estacionadas no meio do mar. Só pequenos botes chegam às praias das ilhas. Os jornalistas visitaram a base mais uma vez e passaram quatro dias na embarcação da Marinha brasileira.

Cruzeiros

A outra forma de chegar à Antártida é em um dos 45 navios de Cruzeiro que fazem cerca de 250 viagens à região, com passageiros do mundo inteiro, a cada alta estação. Ela vai de novembro a março, o verão antártico, quando as temperaturas são suportáveis a um ser humano e as águas dos canais e baías não estão congeladas, permitindo a passagem de navios que não sejam quebra-gelos. Identificada por navegadores pela primeira vez em 1820, a Antártida atrai cada vez mais turistas interessados em ver de perto os pinguins, focas, geleiras, icebergs e montanhas cobertas por neve. Até o começo da década de 1980, havia menos de mil visitantes por ano. Hoje, passam de 35 mil. Antes da crise mundial, eram mais.

Apesar do turismo na Antártida ser ainda muito caro, 35 operadoras de 10 países atuam com navios no continente. Elas levam visitantes a curtas incursões nas regiões costeiras. Cerca de 150 sítios, incluindo 20 estações científicas estão nos roteiros das visitas. Alguns sítios recebem até 7 mil visitantes. Os turistas que ano a ano vêm popularizando a Antártida como destino turístico não sofrem tanto quanto os militares, cientistas e jornalistas. Os cruzeiros que chegam à região têm uma boa infra-estrutura de acomodação e alimentação. Eles levam a estações científicas, monumentos históricos e colônias de animais. Entre as atividades estão também alpinismo, acampamento e mergulho.

Na época das visitas, o clima costuma ficar nublado. A temperatura, em 1ºC, em média. Mas, os ventos, que ultrapassam corriqueiramente os 100km/h, podem levar a sensação térmica a -12ºC. Nessas condições, só mesmo com trajes especiais: botas pesadas, macacão corta vento, casaco, gorro, óculos escuros,. Tudo grande, pesado e a prova d’água. Misturados à paisagem e às instalações das estações científicas, contribuem para um cenário de outro mundo.

Cuidados
As atividades são supervisionadas pela tripulação do navio, que inclui ornitologistas, biólogos marinhos, geólogos, glaciologistas, historiadores e naturalistas. Todos os cuidados com o ambiente são devidamente tomados.

Variações
Com tanto gelo, as temperaturas antárticas são baixíssimas. Na região central, os termômetros oscilam entre -30ºC e -65ºC e, em 21 de julho de 1983, a base russa de Vostok, localizada a aproximadamente 3,4 mil metros de altitude, registrou aquela que até hoje é a menor temperatura registrada no planeta: -89,2ºC.

Qual o nome certo?
Antártica ou Antártida? Tanto faz. O nome vem do grego antarktikos, que significa oposto ao ártico, ou seja, na extremidade sul do planeta. Os portugueses adotaram a forma Antártida, também admitida no Brasil, mas menos popular no resto do mundo. O continente é o único no planeta que jamais foi manchado por uma guerra ou qualquer tipo de conflito armado. Embora militares de vários países tenham equipes trabalhando em diversos pontos da Antártida e haja reivindicações sobre a propriedade das terras, não ocorrem demonstrações de animosidade. Por enquanto, toda a massa de 14 milhões de km², o equivalente à soma das áreas do Brasil, Argentina, Uruguai, Chile, Peru e Bolívia — mas que pode chegar a 32 milhões de km² no inverno, com o congelamento dos mares —, pertence simplesmente à humanidade, com base em um acordo firmado em 1961 e conhecido por Tratado da Antártida.

Reportagem completa na edição de 27 de fevereiro de 2012 do caderno de Turismo do Correio Braziliense e nos próximos post deste blog

Galápagos: um mundo à parte

Galapagos

Thalita Lins

Uma revoada de piqueros de patas azuis desenhou o céu de Galápagos ao mesmo tempo em que pelicanos pousavam na areia branca de Las Bachas, na Ilha Santa Cruz. Próximo dali, um grupo de flamingos se alimentava em uma lagoa de água salgada, enquanto uma iguana marinha deixava o mar e caranguejos de cores vibrantes se destacavam sobre rochas vulcânicas cercadas pelas águas do Oceano Pacífico. Cenário perfeito para o primeiro dia nas Ilhas Galápagos. Um show de boas-vindas como esse dá a dimensão de como serão os dias seguintes de visita ao arquipélago equatoriano.

As impressões deixadas de herança por Charles Darwin (1809-1882) no livro Viagem de um naturalista ao redor do mundo traduzem com exatidão a sensação que o visitante experimenta no contato com a natureza. Ao descrever o território como sendo “um pequeno mundo dentro de si mesmo ou ainda um satélite preso à América”, Darwin soube dosar as palavras sem soar um exagero. O arquipélago é realmente um mundo à parte. Dotado de características próprias, lá está concentrado um vasto número de espécies que somente existem naquela região. Dos 7.214 diferentes tipos de animais que residem em um universo composto de 13 ilhas maiores, seis menores e mais de 107 ilhotas e rochas, quase 90% deles são originários do paraíso galapaguense.

Galapagos
A riqueza de Galápagos poderia ser ainda mais complexa se as atividades de caça na região tivessem sido evitadas a tempo. No século 17, o número de animais era ainda maior. À época, a presença de baleeiros no arquipélago foi o motivo da morte de milhares de cetáceos e tartarugas que viviam na reserva marinha. Até então, o território ainda não havia sido declarado como unidade de conservação. Somente em 1959, o conjunto de ilhas passou a ser parque nacional. E quase 10 anos depois, Galápagos tornou-se efetivamente uma área protegida pelo governo equatoriano.

Encantar-se pelas diversidades vegetal e animal do arquipélago é inevitável. Se em uma praia você encontra cactos enormes que chegam a crescer três centímetros por ano, têm um tronco sem espinhos e vivem aproximadamente um século, em outra ilha mais à frente, o que predomina é uma vegetação rasteira coberta por tons verde, vermelho e amarelo, conhecida na região como cesúbio. Mas o que predomina em praticamente todo o território é o palo santo.

As praias

Em razão da oferta natural, a reserva ecológica garante dias de diversão para os visitantes. Seja para quem quer se aventurar ao fazer trilhas nas crateras, mergulhar e surfar, seja para aqueles que buscam apenas o silêncio das ilhas para desfrutar de momentos de paz ou aproveitar os dias ensolarados para curtir as praias do arquipélago equatoriano.

A 96km da Ilha Santa Cruz, outra formação vulcânica deu origem a mais uma ilha, a San Cristobál. Para se chegar até ela, assim como em qualquer outra praia, é necessário usar um bote. Ao desembarcar, o turista chega à região de nome Punta Pitt. Lá, a praia contracena com um vulcão ao fundo, que em determinados momentos se esconde atrás de nuvens que encobre o pico. Esse lugar de dupla paisagem é considerado um dos pontos mais recomendados para a prática do snorkel, por ter uma grande variedade de seres marinhos.

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Punta Pitt figura na lista das praias mais cobiçadas pelos turistas que vão a Galápagos. Nessa região praiana é até difícil andar na areia sem quase tropeçar nos leões-marinhos. Por tratar-se de um grupo grande, esses animais acabam muitas vezes confundidos com as rochas vulcânicas. Não apenas em San Cristóbal, mas em quase toda parte da reserva, essa espécie parece estar no controle, seja em cima das pedras, de bancos de areia e até mesmo dentro de embarcações próximo aos píeres. Por serem tão onipresentes, os animais acabam se tornando parceiros inseparáveis dos turistas. Eles não demonstram se incomodar com a presença humana nem de outros bichos. Tanto que parecem estar sempre preparados para posar para as fotos dos visitantes com total naturalidade.

Visita custa US$ 50

Apenas de avião é possível ir às Ilhas Galápagos. Os voos partem de Guayaquil e duram uma hora e meia. O aeroporto de Baltra costuma ser a principal porta de entrada para os turistas. Para entrar no arquipélago, é obrigatório pagamento de uma taxa. Aos maiores de 12 anos, o valor cobrado é de US$ 50. As crianças pagam a metade. O dinheiro é destinado à conservação e à manutenção da área protegida. Para aqueles que preferem ficar em solo, quatro regiões — as ilhas San Cristóbal, Santa Cruz, Isabela e Floreana — oferecem um leque de alojamentos.

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Uma das opções para conhecer o arquipélago é aventurando-se em um cruzeiro. Mas prepare o estômago se você costuma enjoar nesse tipo de viagem. Dependendo da corrente marítima, as embarcações balançam muito. As empresas que prestam esse serviço oferecem variados tipos de itinerários. Cada barco tem, em média, capacidade máxima para 120 pessoas. A cada dia, a tripulação desembarca em uma ilha diferente. Para chegar até às praias e às ilhas, os turistas são acomodados em botes.

Ecossistema

Para manter intacta a diversidade do arquipélago, o Equador libera a entrada em solo protegido apenas quando a pessoa estiver acompanhada por um guia naturalista credenciado pelo governo local. Antes de desbravar essa maravilha ecológica, saiba que, para preservá-la, uma série de restrições são impostas a todos que pisam nas ilhas. Os visitantes devem seguir à risca os mandamentos para não ser repreendido por um desses profissionais e ajudar a manter vivo o ecossistema do lugar.

Uma das determinações é a de não tocar nos animais. É proibido manter uma distância inferior a dois centímetros dos bichos para que não seja alterado o comportamento natural das espécies. As regras impõem ainda que eles não podem ser alimentados para não causar danos à saúde dos bichos. Se um animal está doente, ele não será tratado e deve lutar sozinho pela sobrevivência. Ao morrer, o bicho continua intocável. Como manda a natureza, ele servirá de alimentos para os predadores.

A polêmica das tartarugas

Há quatro meses, mais uma espécie de tartarugas gigantes — que deu o nome às Ilhas Galápagos — foi extinta. Após várias tentativas para que ele reproduzisse, o Solitário George — que era o último representante da subespécie Chelonoidis abingdoni — morreu com pouco mais de 100 anos. Hoje, há apenas 10 das 14 subespécies que habitavam o arquipélago, sendo quatro em Santa Cruz, sete em Isabela e uma em San Cristóbal. Ao todo, há 17 mil desses quelônios espalhados nessas regiões.

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Uma polêmica gira em torno de quem deve ficar com o corpo de George. Os Estados Unidos tentam levá-lo, mas o destino dos restos da tartaruga ainda não foi confirmado. “Ele é nosso. É uma estupidez querer tirá-lo da gente só porque há uma pressão muito grande de dinheiro. Porque os EUA gastam muito com a reprodução desses animais no sítio”, explicou a guia naturalista Sabina Lorena. Atualmente, há 30 adultos da espécie apenas na Tortoise Reserve, em Cerro Colorado, San Cristóbal.

Para que as subespécies sobreviventes não entrem em extinção, o governo equatoriano fundou três centros de reprodução de tartarugas: em Santa Cruz, em San Cristóbal e em Isabela. Nessa última é onde estão os quelônios de maior estatura. Para que um animal desse se reproduza, leva 30 anos, idade na qual ele torna-se apto para procriar.

Ao nascer, esses bichos pesam apenas 60 gramas e podem chegar, quando já anciãos, a 300kg. A idade de sobrevida dessas subespécies de tartarugas é de, no mínimo, 150 anos. O tempo de existência pode ser constatado pelo casco. “Aquela ali deve ter mais de 100 anos porque o casco está mais liso”, avaliou a guia naturalista. Lá, as tartarugas brigam por um espaço numa pequena lagoa artificial que serve para deixar na média a temperatura do animal. Durante uma luta corporal entre elas, a que levantar a cabeça com mais facilidade e numa altura superior é a campeã.

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A oportunidade de estar lado a lado com a biodiversidade do arquipélago e de praticar atividades esportivas são alguns dos motivos que levam, todos os anos, 185 mil turistas a conhecer as ilhas. Após passar três dias em um cruzeiro por Galápagos, o engenheiro português Rui Cardoso, 57 anos, incluiu a viagem no rol dos melhores lugares que já visitou. Ele e a esposa, Marília Cardoso, 59 anos, se consideram cidadãos do mundo e já estiveram em pelo menos 60 países. “Aqui, a natureza é ainda mais bonita e nos dá uma sensação de paz e tranquilidade. As pessoas devem conhecer Galápagos para saber o quanto esse território significa para o homem e para a Terra”, descreveu Rui.

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