Winnipeg bairro a bairro, com dicas do Jeguiando

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O Jeguiando é um dos blogs de viagem mais legais, inovadores e confiáveis que conheço. Tive o prazer de conhecer um dos administradores dele, o divertido e boa prosa Érick PZado, em um encontro de jornalistas especializados em turismo, em Winnipeg. Agora, peço licença a ele para compartilhar um texto originalmente publicado no Jequiando sobre essa cidade canadense, pouco conhecida pelos brasileiros, mas que tem seu valor, seus atrativos. A fotografias são da minha autoria.

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Winnipeg bairro a bairro #1: Roteiro a pé pelo The Forks

Em nossas duas visitas à cidade de Winnipeg, uma das piadinhas mais comuns que ouvimos dos habitantes do destino foi o trocadilho com a palavra Winterpeg, em uma alusão direta aos rigorosos invernos que a região enfrenta todos os anos. Conhecida por ser uma das capitais mais frias do Canadá, a cidade revela aos olhos do visitante mais atento algo muito maior do que as rajadas de vento geladas e o frio cortante. Winnipeg é muito mais que seus invernos: é uma cidade que pode render boas experiências.

Capital da província de Manitoba, Winnipeg é a sétima maior cidade canadense e possui em suas raízes a forte presença dos povos ameríndios, em especial dos povos Cree e Anishinaabe, que habitavam a região.

IMG_0941A cidade é essencialmente anglófona, ou seja, lá o inglês é o idioma oficial. No bairro de Saint Boniface, há a maior concentração de falantes da língua francesa, mas isso não se torna um empecilho aos visitantes que não dominam o idioma.

IMG_0928Uma das principais características de Winnipeg é a forte influência dos povos nativos, em especial das comunidades de nativos Cree e Anishinaabe, que habitavam as planícies ao redor do encontro dos rios Red e Assiniboine. Atualmente, a região é conhecida como The Forks em decorrência do formato obtido pela junção dos leitos de ambos os rios, sendo similar a uma forquilha ou um grande “Y”.

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IMG_0897A região do The Forks, além de figurar como um tradicional ponto de encontro para manifestações e rituais indígenas às margens do Red River, é marcada por uma rotina vibrante durante o ano todo. No inverno, os rios congelados abrigam o badaladíssimo restaurante temporário chamado de Pop-up, montado de maneira sazonal, geralmente entre os meses de Janeiro e Fevereiro. Nas demais estações, a região é um ponto interessante para a prática de atividades ao ar livre, como caminhadas, ciclismo e remo (todas essas atividades podem e são executadas na área) e abriga também um espaço voltado às crianças.

A cidade possui em seu território bairros com perfis e vocações bastante distintas, como o bairro cool de Osbourne, o clássico e francês bairro de Saint Boniface ou ainda vastas áreas verdes, como o parque da reserva Assiniboine, onde fica localizado o Assiniboine Park Zoo, lar do complexo habitat dos ursos polares remanejados da região de Churchill, ao norte de Manitoba. A vida financeira da cidade, concentra-se em Exchange District, área central da capital.

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Nessa série de posts, falaremos um pouquinho sobre cada região da cidade e efetivamente o que vale a pena ser visitado em sua passagem pela capital de Manitoba.

  • Atividades ao ar livre

A cidade de Winnipeg é conhecida em especial por seu clima extremo. No verão, temperaturas acima dos 30˚C e eventuais chuvas ocorrem com certa frequência. Nos rigorosos invernos, a sensação térmica de até -40˚C pode ser sentida durante incursões ao ar livre, o que não impede os habitantes de manterem-se ativos para aproveitar as belezas de cada estação.

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A região conhecida como The Forks fica localizada próxima ao Exchange District, no centro da cidade. O bairro recebe esse nome em decorrência do encontro dos rios Vermelho (Red River) e Assiniboine (Assiniboine River) em formato de Y, característica que deu origem ao termo Forks.

Ao lado da estação de trem Union Station, o complexo The Forks possui ótimas opções de hospedagem, gastronomia e lazer.

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Para conseguir se localizar no bairro, sugiro que acesse o mapa do The Forks, faça o download do material e use-o para planejar seus deslocamentos (todas as distâncias são facilmente cobertas a pé). Já para aqueles que pretendem conhecer o lado histórico e institucional da região, sugiro acessar o site Parks Canada.

Mas, voltando ao The Forks, a melhor forma de aproveitar a região é dedicando pelo menos um dia de sua estadia para se aventurar por esses lados. Nossa sugestão é começar as atividades com um gostoso café da manhã no The Forks Market, do qual falaremos um pouquinho mais a seguir.

  • Waterfront

Ao lado do The Forks, encontra-se um passeio que margeia o Red River e interliga uma série de pontos turísticos de Winnipeg. Dependendo da época do ano, é possível patinar na região, caminhar, correr ou se dedicar a gostosas pedaladas sob a sombra das árvores que protegem o caminho.

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  • Canadian Museum for Human Rights

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Definitivamente, o Canadian Museum for Human Rights é uma das construções mais ousadas em que já pusemos nossos pés. O prédio é carregado de simbolismos entre os diferentes componentes de sua construção. As instalações do museu representam cinco símbolos, sendo:

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